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Aos 6 anos guardava cabras e nunca aprendeu a ler

 Almalaguês: onde as mãos tecem mantas e o coração tece memórias | Aldeias com História Reza a lenda que foi um árabe, há mais de mil anos, quem trouxe a arte do tear até Almalaguês — tradição que, ainda hoje, resiste nas mãos das tecedeiras locais, como a D. Benvinda, que aos 90 anos continua a entrelaçar fios com a mesma mestria de sempre. Da imponente Torre românica que guardava Almalaguês: onde as mãos tecem mantas e o coração tece memórias | Aldeias com História Almalaguês: onde as mãos tecem mantas e o coração tece memórias | Aldeias com História - Jornal do Centro
24.04.25
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 Almalaguês: onde as mãos tecem mantas e o coração tece memórias | Aldeias com História Reza a lenda que foi um árabe, há mais de mil anos, quem trouxe a arte do tear até Almalaguês — tradição que, ainda hoje, resiste nas mãos das tecedeiras locais, como a D. Benvinda, que aos 90 anos continua a entrelaçar fios com a mesma mestria de sempre. Da imponente Torre românica que guardava Almalaguês: onde as mãos tecem mantas e o coração tece memórias | Aldeias com História Almalaguês: onde as mãos tecem mantas e o coração tece memórias | Aldeias com História - Jornal do Centro
16.01.26

Não me meteram na escola porque fazia falta a guardar cabras”. Esta e outras memórias partilhadas por Maria Gracinda Martins que, com quase 90 primaveras, recorda a sua mocidade passada na aldeia de Videmonte, no concelho da Guarda. Nesta entrevista de Aldeias com História, ouvimos o testemunho de quem passou a juventude no meio do monte, entre animais, trabalho duro e uma vida simples, mas cheia de dignidade.

“Trabalhei sempre no campo. Também não sabia fazer outra coisa. Comíamos o que a terra dava. Mas nunca passámos fome.” Uma conversa que nos mostra o valor da resiliência, da humildade e da ligação profunda à terra. “Fui à cidade e só queria vir de lá para fora. Os carros fazem muito barulho, tanto barulho”

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 Almalaguês: onde as mãos tecem mantas e o coração tece memórias | Aldeias com História Reza a lenda que foi um árabe, há mais de mil anos, quem trouxe a arte do tear até Almalaguês — tradição que, ainda hoje, resiste nas mãos das tecedeiras locais, como a D. Benvinda, que aos 90 anos continua a entrelaçar fios com a mesma mestria de sempre. Da imponente Torre românica que guardava Almalaguês: onde as mãos tecem mantas e o coração tece memórias | Aldeias com História Almalaguês: onde as mãos tecem mantas e o coração tece memórias | Aldeias com História - Jornal do Centro

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