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A administração do Centro Hospitalar Tondela-Viseu já reagiu à polémica em torno do Centro de Ambulatório e Radioterapia e diz que as obras de construção do Centro de Ambulatório e Radioterapia devem arrancar em 2022, estando a sua conclusão prevista para 2023.
Isto depois de o PSD ter dito que o projeto só ia ser uma realidade no próximo quadro comunitário e da ministra da Coesão Territorial ter afirmado no parlamento que ainda não havia projetos de arquitetura e execução.
Ana Abrunhosa disse mesmo que só se podia avançar para a fase seguinte, que é a de financiamento, quando tudo estivesse “preto no branco”. A governante deu como exemplos projetos apresentados pela Unidade de Saúde da Guarda que já “foram” ao ministro das Finanças, enquanto que Viseu ainda não avançou, precisamente por não haver nada.
Em reação, a administração do Centro Hospitalar Tondela-Viseu garante que projeto de arquitetura para a construção do novo Centro de Ambulatório e Radioterapia está concluído e até já foi aprovado pela Administração Regional de Saúde do Centro.
Já o projeto de execução e de especialidade, vai ficar concluído no próximo mês de agosto. Acrescenta ainda que o equipamento para a Radioterapia foi já validado pelo Instituto Português de Oncologia de Coimbra, com quem o Hospital vai fechar um acordo de colaboração até ao final deste mês de julho. Também até ao fim do mês vão ser emitidos os pareceres do Conselho Fiscal e do Revisor de Contas.
A administração do Centro Hospitalar anuncia ainda que deve dar entrada nos próximos dias na Câmara de Viseu toda a documentação, tendo em vista a emissão das devidas licenças.
No início de agosto deve ser submetida na plataforma de investimentos do Serviço Nacional de Saúde o material exigido, com vista à aprovação por parte da Administração Central do Sistema de Saúde. O Hospital espera ainda reunir nas próximas semanas com a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, de modo a ser feita, ainda em agosto, a candidatura de financiamento a fundos comunitários através do atual quadro comunitário.
O PSD, depois da audição em parlamento da ministra, tinha acusado o governo de estar a fazer uma “rábula de propaganda”. “Os anúncios feitos pelo conselho de administração e pelo deputado e candidato João Azevedo são cabalmente desmentidos e não passam, uma vez mais, de uma rábula de propaganda, em tudo similar ao que sucedeu em 2017”, escreveram, em comunicado, os deputados do PSD.