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Ativista alerta para riscos de exploração do lítio na região de Viseu

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 Quinta de vinhos em Lamego comprada por grupo francês
30.09.21
fotografia: Jornal do Centro
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 Quinta de vinhos em Lamego comprada por grupo francês
30.09.21
Fotografia: Jornal do Centro
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 Ativista alerta para riscos de exploração do lítio na região de Viseu

Há mais ativistas a contestarem as Relatório ambiental preliminar para prospeção de lítio identifica “alguns riscos”, cuja consulta pública arrancou esta semana e vai terminar a 10 de novembro.

Entre as zonas potenciais de extração do minério conhecido como “ouro branco”, inclui-se a Mundo elétrico à vista? Já se anda à caça de lítio na região de Viseu.

Renata Almeida, do Movimento ContraMineração Beira Serra, também contesta as conclusões do relatório e critica a possível exploração de lítio na região, falando de um plano que “não faz qualquer sentido”. A ativista defende uma maior aposta na floresta em detrimento do lítio.

“A ideia da descarbonização está de facto a ser fomentada e apresentada como solução, mas nós sabemos que a floresta não está a ser reposta e é um fator fundamental de descarbonização. Todo este processo de transição energética e descarbonização está a assentar nos mesmos moldes de extrativismo, consumo desmedido e crescimento económico crescente que não são sustentáveis nem compatíveis com o planeta que é finito”, argumenta.

Renata Almeida diz que o seu movimento tem vindo a denunciar a situação desde 2019 e alerta para os riscos ambientais que até os estudos de exploração podem causar.

“Temos o próprio relatório a indicar que não há nenhuma zona que não se sobreponha a corredores ecológicos. Temos bacias importantes em Viseu como o Dão, mais as bacias do Douro e do Mondego. Nesta fase de prospeção, já vai haver impactos que são reconhecidos no relatório”, diz.

Renata Almeida garante que o Movimento ContraMineração Beira Serra não vai deixar de dar a sua opinião no processo de consulta pública do Programa de Prospeção e Pesquisa de Lítio.

O relatório de avaliação ambiental preliminar identificou “alguns riscos” da exploração deste metal em oito potenciais áreas das regiões Norte e Centro, incluindo o distrito de Viseu, mas mesmo assim considera que a exploração do lítio pode ser uma oportunidade para a “descarbonização da economia” portuguesa.

Ativista de Viseu não acredita na “descarbonização” da extração do lítio, também muitas autarcas têm sido contra os planos do Governo para a exploração do lítio em Portugal. Dentro das áreas potenciais de mineração, inclui-se a área Guarda-Mangualde.

Segundo o Governo, o concurso para a atribuição de direitos de prospeção e pesquisa de lítio, após a realização de avaliação ambiental estratégica, “permitirá a instalação de projetos industriais de referência e, bem assim, a criação de polos de investigação e desenvolvimento na área das baterias”.

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