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Ativista de Viseu não acredita na “descarbonização” da extração do lítio

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 Ativista de Viseu não acredita na “descarbonização” da extração do lítio - Jornal do Centro
29.09.21
fotografia: Jornal do Centro
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 Ativista de Viseu não acredita na “descarbonização” da extração do lítio - Jornal do Centro
29.09.21
Fotografia: Jornal do Centro
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 Ativista de Viseu não acredita na “descarbonização” da extração do lítio - Jornal do Centro

A extração de lítio em zonas como a região de Viseu está a ser contestada por vários grupos de cidadãos. Um deles é o Movimento SOS Serra d’Arga, que tem um viseense como porta-voz.

A consulta pública do relatório de avaliação ambiental preliminar do Programa de Prospeção e Pesquisa de Lítio arrancou dois dias depois das eleições autárquicas. O documento identificou “Relatório ambiental preliminar para prospeção de lítio identifica “alguns riscos”” da exploração deste metal em oito potenciais áreas das regiões Norte e Centro, incluindo o Mundo elétrico à vista? Já se anda à caça de lítio na região de Viseu

O mesmo relatório reconhece ainda que a exploração de lítio pode ser uma oportunidade para a “descarbonização da economia” portuguesa.

Um argumento que não colhe na opinião de Carlos Seixas, natural de Viseu que é o porta-voz do Movimento SOS Serra d’Arga.

“A questão da descarbonização e a mineração verde são palavras absolutamente vazias. Não vale a pena estar-se a falar de sustentabilidade sem participação dos cidadãos. Não vale a pena falar de mineração verde enquanto não existir qualquer extrativismo seja de gás, petróleo, lítio, volfrâmio, ouro ou seja o que for. Isto tem impactos gigantes e não tem nada a ver”, argumenta.

Na opinião deste agricultor, os prejuízos da exploração do lítio são superiores aos ganhos que as regiões possam ter. Carlos Seixas pede “um outro modelo de desenvolvimento”.

“Não acreditamos que este modelo de extrativismo e destruição não só do ambiente e da paisagem mas também do tecido social e do desenvolvimento fomentado há décadas pela reabilitação do território, que é de verdadeira sustentabilidade, pode ser destruído por um projeto que tem 10, 15 anos de vida. Isso não faz absolutamente nenhum sentido e não só tem tempo de vida limitado como vai prejudicar muito mais os territórios do que ajudá-los”, diz.

Além dos ativistas, também muitas autarcas têm sido contra os planos do Governo para a exploração do lítio em Portugal. Dentro das áreas potenciais de mineração, inclui-se a região de Viseu, incluindo a área Guarda-Mangualde.

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