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Aumentou a adesão no distrito de Viseu à greve dos sapadores florestais que cumpre esta sexta-feira (23 de julho) o segundo e último dia de protesto.
A participação cresceu dos 50 para os 60 por cento na região. O coordenador do Sindicato Nacional da Proteção Civil, Alexandre Carvalho, fala de uma vitória com a adesão de equipas de Sernancelhe e Viseu”. “Estes números refletem a batalha dos sapadores florestais pelos seus direitos”, frisa.
Nesta greve, os sapadores pedem o reconhecimento da profissão, melhores salários e estatuto profissional.
Depois da paralisação, Alexandre Carvalho afasta a realização de novas ações do género, mas não descarta novas formas de luta “originais e diferentes”.
“A luta é o nosso caminho. Queremos sempre primeiro o diálogo, mas sabemos que para termos diálogo precisamos de continuar a nossa luta e é isso o que vamos fazer”, diz.
Entre as ações que estão em cima da mesa, incluem-se marchas e iniciativas nos locais de trabalho. Alexandre Carvalho defende que ainda é necessário dar a conhecer o trabalho dos sapadores florestais.
“Vamos mostrar o que é que fazemos, porque é que lutamos e quem somos na verdade porque ainda há muitas pessoas que não sabem o que é um sapador florestal”, conclui.