No coração verde do concelho de Viseu, Côta é uma aldeia onde…
Nasceu, em Cinfães, a Quinta da Maria, um projeto turístico com alma…
No coração do Parque Natural da Serra de Aire e Candeeiros, há…
O presidente da Câmara de Lamego, Francisco Lopes, alertou para os atrasos e a burocracia na concretização dos fundos do programa Portugal 2020, que termina em 2023, e frisou a necessidade de coesão territorial.
A afirmação foi dita recentemente no último congresso da Associação Nacional de Municípios Portugueses, que decorreu no passado fim de semana em Aveiro. Lá, o autarca foi eleito membro substituto do conselho diretivo da associação.
Também durante a sua intervenção, referida pela Câmara Municipal em comunicado, Francisco Lopes também defendeu a autonomia local, a coesão territorial e o serviço de proximidade aos cidadãos.
O autarca de Lamego defendeu também que as verbas dirigidas à regeneração urbana “não devem ficar apenas nas grandes cidades do litoral”.
Francisco Lopes classificou também as cidades inteligentes como uma “estratégia adequada para otimizar a utilização de recursos para servir melhor os cidadãos”, citando nomeadamente as áreas da mobilidade e da energia.
Entre os temas em discussão no Congresso da ANMP, estiveram a descentralização de competências, a regionalização e o financiamento local.
Segundo frisa o município de Lamego, os autarcas terão como principais desafios para os próximos quatro anos “a conclusão do processo de descentralização de competências do Estado central para os municípios, a aplicação de verbas e a concretização de projetos no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência, a discussão e o desenvolvimento de um novo quadro de apoio comunitário e a normalização das finanças locais, após os avultados investimentos realizados pelos municípios no âmbito do combate à Covid-19”.