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A Câmara de Viseu quer converter a prisão do centro da cidade, que foi desocupada em novembro, num museu.
O presidente da autarquia, Fernando Ruas, já mostrou interesse em ficar com o edifício à Direção-Geral dos Serviços Prisionais. A autarquia quer ainda requalificar a prisão e preservar o seu património.
Em declarações ao Jornal do Centro, Fernando Ruas diz que o município pretende transformá-la num “museu da cidade”. “Penso que há abertura do outro lado, nem podia deixar de ser”, acrescenta.
O presidente da Câmara garante que, em causa, não está um “negócio” entre a autarquia e a tutela.
Segundo Fernando Ruas, o diretor-geral dos Serviços Prisionais comprometeu-se em dar andamento ao pedido da Câmara de Viseu.
O autarca revela ainda que, no novo museu da cidade, poderão ser expostos “elementos patrimoniais que, eventualmente, não estão em museus específicos”.
“A ideia fundamental é recuperar e não deixar que se vá deteriorando um elemento patrimonial que é bonito. A ocupação não era muito agradável, já que o edifício até tem um arame farpado que indica o estabelecimento prisional. E, portanto, queremos retirar isso e dar ao edifício uma ocupação condigna, não deixando de preservar o elemento patrimonial que tem algum valor”, acrescenta.
Desde novembro do ano passado, os reclusos da prisão situada no centro da cidade de Viseu foram transferidos para o estabelecimento prisional situado no Campo. A mudança estava prevista há já algum tempo, quando, em 2017, se anunciava o encerramento da prisão da cidade, assim que estivessem concluídas as obras de ampliação em São José do Campo.