policia-judiciaria
barco douro cinfaes
mau tempo queda de arvores
janela casa edifício fundo ambiental
casa-habitacao-chave-na-mao - 1024x1024
aluguer aluga-se casas

No coração verde do concelho de Viseu, Côta é uma aldeia onde…

16.02.26

Nasceu, em Cinfães, a Quinta da Maria, um projeto turístico com alma…

12.12.25

No coração do Parque Natural da Serra de Aire e Candeeiros, há…

21.08.25
jose-damiao-tarouca-232
ps campanha
camapnha10
roberto rodrigues escanção
CVRDao_2
March-711-4

O plenário concelhio do CDS de Castro Daire rejeita a coligação que a comissão política quer fazer com o PSD nestas autárquicas no concelho.

A decisão foi tomada nos últimos dias e comunicada ao CDS nacional. Em causa, está a repetição da coligação que venceu em 2017 as eleições em Castro Daire, elegendo o social-democrata Paulo Almeida como presidente da Câmara, com 49,83% dos votos.

O presidente do plenário, Carlos Rodrigues, diz que a nova união entre o PSD e o CDS não é benéfico para os centristas de Castro Daire. “Reunimos o plenário e chegámos à conclusão que, pela informação que tínhamos e na falta de melhor informação, o PSD se preparava para fazer uma coligação com o CDS e oferecer-lhe o sexto ou o sétimo lugar na lista. Achámos que era uma má coligação e que o partido não ganhava com isso”, afirma.
Carlos Rodrigues diz que teve a oportunidade de falar com o presidente da concelhia, António Cardoso, pouco tempo antes do arranque do plenário.

Este órgão concelhio já fez chegar a sua posição aos órgãos nacionais do CDS, “a quem esperamos que se pronunciem”. “Como disse alguém, Lisboa manda e Lisboa decidirá”, diz Carlos Rodrigues.

O presidente do plenário de Castro Daire acrescenta que, caso o CDS nacional decida pela coligação com o PSD, a decisão vai ser respeitada. Carlos Rodrigues garante que, se a decisão for desfavorável ao plenário, os militantes vão ter de refletir na posição a ser tomada. Mas avisa: “Nem sempre quem manda decide bem. Teremos de refletir e, com certeza, alguma coisa iremos fazer. Não vamos ficar de mãos atadas nem nunca aconteceu no passado”, conclui.

Contactado pelo Jornal do Centro, o presidente da comissão política concelhia do CDS de Castro Daire não se pronunciou. Também o presidente da comissão política do PSD de Castro Daire, Alexandre Pereira, preferiu não comentar este assunto, que, diz, tem a ver apenas com a vida interna do CDS.

Procurar