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Autárquicas: Debate dos candidatos a Viseu marcado por ataques à falta de investimento

O arranque preliminar teve foco no investimento e emprego para fixar jovens, educação, habitação e mobilidade

 Piranha leva caso de sucesso de Viseu ao palco internacional de Madrid
21.09.25
fotografia: RTP3
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 Piranha leva caso de sucesso de Viseu ao palco internacional de Madrid
21.09.25
Fotografia: RTP3
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 Autárquicas: Debate dos candidatos a Viseu marcado por ataques à falta de investimento

O debate dos sete candidatos à Câmara Municipal de Viseu ficou marcado por ataques cruzados de todos os partidos ao investimento, ou falta dele, por parte dos governos nos últimos anos do PS e PSD.

Num debate na RTP3 em que participaram os sete candidatos à Câmara Municipal de Viseu nas eleições de 12 de outubro, o arranque preliminar teve foco no investimento e emprego para fixar jovens, educação, habitação e mobilidade.

Às eleições concorrem o atual presidente, Fernando Ruas, (PSD), João Azevedo (PS), Hélder Amaral (CDS-PP), Bernardo Pessanha (Chega), Hélio Marta (IL), Leonel Ferreira (CDU) e Paulo Quintão (ADN).

Na habitação, PSD, PS e Chega trocaram galhardetes sobre a responsabilidade pela crise no setor, todos direcionados aos governos que “não investiram”, com o PS a afirmar que o presidente de Viseu “foi preguiçoso” no programa 1.º Direito por não apresentar candidaturas.

O Chega referiu ainda que “não se pode permitir que haja barracas e bairros como os de Paradinha, com a comunidade cigana a vandalizar, com puxadas ilegais de água e energia”, enquanto a IL prometeu “destruir barracas, mal sejam construídas”.

O CDS-PP considerou o Plano Diretor Municipal (PDM) “castrador e a necessidade de o rever, com urgência, uma revisão que o PSD diz estar a acontecer. Por sua vez, a IL defendeu “mais e maior agilidade” no licenciamento para construir.

A mobilidade foi outro tema forte do debate, com os ataques aos sucessivos governos por as obras do IP3 se arrastarem “por anos e anos”.

Uma obra que está a acontecer e que Fernando Ruas chamou a si, por ter ido “com voz grossa junto dos governantes”, nomeadamente do atual governo, já que “o anterior não ouviu” as propostas que disse ter apresentado.

O mesmo aconteceu na ferrovia e em outras áreas como a educação, uma vez que a universidade pública não foi para Viseu “porque o governo do PS não quis”, acusaram, e teve “o voto também contra do deputado do CDS-PP, hoje candidato, Hélder Amaral”, lembrou a CDU (coligação PCP/PEV).

Bernardo Pessanha concentrou a sua intervenção nos ataques aos sucessivos governos, defendendo “que é preciso sair desse ciclo de PS e PSD” e “dar oportunidades” aos outros partidos.

No debate não se ouviram propostas concretas para o concelho de Viseu por parte de nenhum dos candidatos, em qualquer das áreas debatidas, deixando a necessidade de um “novo ciclo” político.

O debate ficou igualmente marcado por os candidatos puxaram a si os galardões de quem conhece melhor Viseu e de quem é que “sabe do que está a falar”, porque há quem não seja natural de “terras de Viriato” ou esteja “há muito tempo” fora.

Em 2021, o PSD conquistou 46,68% dos votos (cinco mandatos) em Viseu e o PS 38,26% (quatro mandatos), com uma diferença de 4.395 votos.

O Chega foi o terceiro partido mais votado, com 2,95%, e a IL o quarto, com 2,20%, enquanto a CDU foi a última força política com 1,17% do eleitorado, que nesse ano tinha 92.444 inscritos e votaram 52.189 pessoas.

Atualmente Viseu é presidido por Fernando Ruas, que foi presidente da Câmara de Viseu durante 24 anos (entre 1989 e 2013), e foi a solução encontrada pelo PSD após a morte de Almeida Henriques, que já tinha sido indicado como recandidato pelo partido.

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