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Bombeiros Voluntários de Viseu ponderam suspender transporte de doentes

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16.03.22
fotografia: Jornal do Centro
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Fotografia: Jornal do Centro
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 Bombeiros Voluntários de Viseu ponderam suspender transporte de doentes

O elevado preço dos combustíveis pode levar os Bombeiros Voluntários de Viseu a suspender o transporte de doentes não-urgentes.

A hipótese foi levantada pelo presidente da direção, Carlos Costa, que quer que o Governo apoie mais as corporações devido ao constante aumento dos preços. A preocupação surge numa altura em que os bombeiros estão preocupados com o aumento dos preços e os efeitos que isso pode trazer para o serviço.

Aos jornalistas, Carlos Costa disse que o transporte de doentes é um serviço que dá prejuízo e sustenta que o transporte só se vai manter enquanto a instituição tiver crédito. O dirigente revelou que, no ano passado, os Voluntários gastaram 135 mil euros “em combustíveis só para o transporte de doentes não-urgentes”.

“Com este aumento que já temos, a previsão de gastos já ultrapassa os 200 mil euros, ou seja, vamos ter aqui um défice para um serviço cujo preço por quilómetro está tabulado desde 2012 e que, de acordo com as previsões, poderá chegar aos 70 mil euros, que nós não temos”, explica.

O presidente da Associação Humanitária salientou que este é um . Os bombeiros de Viseu já fizeram chegar as suas preocupações à Federação e à Liga que representam o setor. A Liga dos Bombeiros Portuguesa já pediu uma reunião com o Governo para garantir soluções que resolvam esta situação.

Carlos Costa defendeu ainda que o Estado devia pagar mediante o preço dos combustíveis e dos ordenados.

“Imaginaremos que, de hoje para amanhã, o preço dos combustíveis desce. É justo que o Estado pague menos pelo valor por quilómetro porque isto não é uma atividade lucrativa, mas, sempre que o valor dos combustíveis sobe, era justo que houvesse uma atualização automática. Num Estado transparente e justo, era assim que devia acontecer”, sustentou o dirigente.

O presidente dos Bombeiros Voluntários garantiu também que a corporação tem de procurar o equilíbrio financeiro e “persistir no tempo”. “Não queremos ter lucros, não queremos estar a aqui a engordar a associação com lucros e não os temos, mas também não queremos ter prejuízos”, frisou.

O Ministério da Administração Interna já anunciou que vai transferir 1.500 euros a cada corporação “a título de compensação transitória da comparticipação com encargos com combustíveis”, num total aproximado de cerca de 650.000 euros.

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