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Um grupo com menos de dez pessoas marchou este sábado à tarde desde a Avenida da Europa até ao Rossio a pedir a redução do preço dos combustíveis. O protesto, que foi organizado também noutras localidades portuguesas, juntou menos gente do que a organização esperava. “Esperávamos pelo menos 50 manifestantes, mas as pessoas preferem ficar sentadas no sofá em vez de virem lutar pelos seus direitos”, lamentou Joana Lima, da organização do protesto de Viseu.
“Por cada dez euros de combustível, pagamos seis e euros e tal de imposto. O preço dos combustíveis reflete-se na comida que chega a nssa casa, reflete-se nos transportes públicos, por exemplo”, referiu a manifestante que segurava um dos cartazes do grupo.
A convocatória que foi feita através das redes sociais até foi juntando pessoas num evento público, mas a força não se mostrou na rua. “Comentam, comentam e não conseguem fazer nada”, lamenta Joana Lima.
Está previsto novo protesto em Viseu no início do próximo ano
Apesar de poucos, fizeram-se ouvir pelas ruas da cidade de Viriato e foram escutando algumas buzinadelas e acenos de automobilistas que se mostravam de acordo com o protesto. Iam gritando “Queremos ver os impostos a descer, queremos ver os ponteiros a subir” e “Começa a disputa e vem para a nossa luta”.
A manifestação, cumprida a pé, começou junto àquela que é conhecida como Rotunda Luminosa, percorreu toda a Avenida Capitão Silva Pereira e só terminou em frente ao edifício da Câmara Municipal. Alguns curiosos perguntavam de que manifestação se tratava, mas ninguém se juntou à jornada de luta.
A esperança, essa, garantem, continua intacta. “Vamos fazer uma outra manifestação aqui em Viseu, em janeiro e uma outra, a nível nacional, junto à Assembleia da República. Nesse em frente ao Parlamento está previsto virem autocarros aos vários distritos para nos juntarmos em Lisboa”, promete a organizadora do protesto na cidade viseense. “Não vamos desistir, estamos juntos nisto”, concluiu Joana Lima.