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A Câmara Municipal de Lamego está a reabilitar o antigo quartel dos bombeiros voluntários para o transformar em casas para arrendamento, num investimento de cerca de meio milhão de euros, anunciou hoje a autarquia.
“O investimento de 410.519,67 euros (mais IVA) permitirá a criação de quatro fogos de habitação de tipologia T1, que devem ser disponibilizados durante o primeiro semestre de 2027”, afirmou o presidente da Câmara Municipal de Lamego, Francisco Lopes.
Numa nota de imprensa, a Câmara adiantou que a ideia de “converter o antigo quartel dos Bombeiros Voluntários de Lamego em casas de arrendamento é para ter habitação a preços mais acessíveis no mercado para as famílias do concelho”.
O executivo municipal referiu que a primeira fase da obra, que é financiada pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), já foi concluída com a “demolição do interior do edifício, com a preocupação de preservar a estrutura para a sua nova utilização”.
Agora, indicou, seguem os “trabalhos arqueológicos e de proteção das estruturas anteriormente detetadas da época romana, através da implementação de medidas de salvaguarda” do património situado no centro dessa cidade do distrito.
“Este investimento pretende responder às necessidades habitacionais das famílias de baixos e médios rendimentos. Todas as famílias do concelho merecem ter uma habitação digna”, sustentou Francisco Lopes.
Para o presidente da Câmara, esta medida “promove condições reais de fixação da população, em particular dos mais jovens” e insere-se no âmbito da Estratégia Local de Habitação que tem em andamento “mais habitações a custos controlados”.
No concelho de Lamego (distrito de Viseu), a estratégia de habitação prevê a construção de 108 novos fogos junto à Urbanização de Nazes, na cidade, e ainda na freguesia de Cambres.
Esta reabilitação resulta de uma parceria entre a Câmara Municipal de Lamego e a Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários, proprietária do histórico edifício, que cedeu à autarquia a utilização do imóvel durante um período de 20 anos.
“O primeiro piso vai albergar os novos fogos de habitação, enquanto no rés-do-chão será instalado um núcleo museológico dedicado a esta corporação de bombeiros”, indicou o executivo municipal na mesma nota.