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A Câmara de Mortágua, no distrito de Viseu, aprovou a primeira revisão ao Orçamento Municipal e às Grandes Opções do Plano (GOP), com a introdução do saldo de gerência de 2025, no valor de 3.860.763,38 euros.
Segundo a autarquia, este reforço permitirá “dar execução a projetos e obras cruciais para o desenvolvimento do concelho e a projetos de candidaturas com cofinanciamento aprovado”, como a segunda ampliação do parque industrial (já iniciada) e a reabilitação da Estação de Tratamento de Águas Residuais.
Após a incorporação deste saldo, o Orçamento Municipal para 2026, que inicialmente tinha uma dotação de 19 milhões de euros (ME), passou a contar com 23 milhões de euros.
O presidente da Câmara de Mortágua, Ricardo Pardal, sublinhou “a poupança de cerca de 400 mil euros obtida, em contraciclo a um ano de eleições autárquicas, e que resultou sobretudo de poupança de despesa corrente, que pode ser aplicada em despesa de capital (investimento)”.
O facto de ter “boas contas, rigor e controle na execução orçamental”, ao nível da receita e da despesa, permite ao município ter “uma almofada financeira para acorrer a situações imprevistas ou excecionais, como aconteceu agora com os efeitos das tempestades, e assegurar a componente municipal nas candidaturas cofinanciadas”, exemplificou.
O autarca frisou a importância de se fazerem “orçamentos realistas, de só avançar para investimentos que tenham financiamento garantido e não cair na tentação de empolar receitas que depois não se materializam”.
“Não podemos gastar o que não temos, é uma regra básica da prudência orçamental”, defendeu.
Futuramente, serão ainda feitas outras revisões ao Orçamento e às GOP, quando forem aprovadas várias candidaturas apresentadas (requalificação das linhas de água das várzeas de Mortágua e da Fraga e do Largo da Feira de Vale de Açores e zona envolvente, construção de 24 moradias a custos controlados em Vale de Açores e novas ligações pedonais e cicláveis), e o financiamento dos prejuízos causados pela tempestade Kristin.