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Câmara de Viseu abre novo concurso para o MUV que apresenta situações “deficitárias”

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 Vive-se bem em Viseu Dão Lafões, diz mais de 84 por cento da população
23.05.24
fotografia: Jornal do Centro
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 Vive-se bem em Viseu Dão Lafões, diz mais de 84 por cento da população
23.05.24
Fotografia: Jornal do Centro
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 Câmara de Viseu abre novo concurso para o MUV que apresenta situações “deficitárias”

O presidente da Câmara Municipal de Viseu anunciou esta quinta-feira que vai abrir um novo concurso para os transportes públicos no concelho, admitindo que o atual sistema é deficitário e está a dar um prejuízo anual à Câmara na ordem dos 1,5 milhões de euros.
Após conhecido o relatório que foi produzido por uma comissão paritária, Fernando Ruas disse que o novo concurso tem de se “ajustar à realidade”, mostrando-se crítico por o sistema – Mobilidade Urbana de Viseu (MUV) – ter “uma série de vicissitudes” que não podem ser só desculpa dos anos da pandemia.
“Demos conta de um sistema que, por muitas vicissitudes, não está a corresponder aos problemas. Tem críticas e, ainda por cima, causa o transtorno grande à Câmara de um défice de 1,5 milhões de euros”, disse.

Até ao novo concurso,a autarquia vai fazer um ajuste direto de acordo com o operador, com quem, segundo Fernando Ruas, “ já falámos”. “O novo concurso ditará as regras do jogo – não podemos é estar com défices anuais para a Câmara”, sustentou.
Segundo o presidente da Câmara, “depois da pandemia covid os transportes nunca mais se endireitaram. Houve quebra nas receitas e se as pessoas, antes, até começaram a ter grande utilização, [mas] depois baixou, houve um retrocesso”.
Sobre o relatório, adiantou apenas que apontou para uma “deficitária ocupação”, mas frisou que “as pessoas (que gostam de usar viatura própria) também têm de se adaptar ao transporte”.
No decorrer da reunião do executivo camarário, a vereadora Marta Rodrigues, do Partido Socialista (PS), na oposição, citou o relatório da comissão paritária, para propor que seja dado um olhar mais atento a esta situação.

“Com base neste relatório em que se verifica que a lotação média anual foi de 23%, em que, em 2024 continuamos a assistir a uma oferta de horários igual à de 2021, e tendo sobretudo em consideração que índice de mobilidade é um dos indicadores da qualidade de vida de um determinado território, há a necessidade premente, como tantas vezes já foi afirmado neste fórum de rever com urgência que tipo de serviço público estamos a prestar”, disse a vereadora, acrescentando que a mesma análise refere que o operador não está a cumprir com a diretiva da idade máxima da frota e do relatório não constam o índice de regularidade, índice de pontualidade e dados de satisfação.

Ainda segundo os socialistas, apesar da gratuidade dos passes aos jovens estudantes até aos 23 anos e a adesão considerável aos mesmos; essa mesma adesão “desvaneceu-se” em Viseu, “devido ao facto de os autocarros não circularem com regularidade e fiabilidade”.
“Ou seja, os jovens não encontraram no transporte público soluções operacionais para as suas deslocações diárias”, lamentam os socialistas.
Criticas que Fernando Ruas diz não serem totalmente verdadeiras.
“Sabemos que temos autocarros em condições que circulam com frequência e não há procura. Isso sabemos”, reforçou, lembrando que o atual concurso da MUV está feito até 2029.
Segundo Fernando Ruas, “o operador também tem interesse em resolver a situação e, por isso, está de acordo com um novo concurso”. “E eu vou combinar com os técnicos e juristas, porque não quererei da minha parte, a não ser que seja inevitável, um concurso tão longo. Se puder, fazemos um concurso de mais curta duração, para que não fiquemos nesta situação”, salientou Fernando Ruas.

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