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Depois da confirmação de António José Seguro e André Ventura para a segunda volta das eleições presidenciais, os candidatos reagem aos resultados da noite eleitoral de 18 de janeiro.
A segunda volta das eleições presidenciais vai realizar-se no próximo dia 8 de fevereir. António José Seguro venceu a primeira volta, enquanto André Ventura ficou em segundo lugar. João Cotrim de Figueiredo terminou em terceiro, seguido de Henrique Gouveia e Melo e de Luís Marques Mendes.
Luís Marques Mendes, que ficou em quinto lugar com 600 mil votos, assumiu a responsabilidade pelo desfecho e afastou qualquer apoio na segunda volta. “A responsabilidade é minha, toda minha e apenas minha”, afirmou o candidato apoiado por PSD e CDS-PP.
Marques Mendes explicou ainda que não fará “o endosso dos votos que me foram hoje confiados. Tenho a minha opinião pessoal, mas enquanto candidato, que é a única posição que tenho aqui hoje, não sou dono dos votos que em mim foram depositados”.
Henrique Gouveia e Melo, quarto classificado com quase 700 mil votos, sublinhou que mantém a defesa da despartidarização do cargo de Presidente da República. “O país beneficia quando o Presidente é visto como um garante de equilíbrio, de estabilidade e de proximidade de todos os portugueses”, afirmou.
O antigo chefe do Estado-Maior da Armada reconheceu que os resultados “não corresponderam” ao esperado e acrescentou assumir “com serenidade e respeito absoluto pela vontade democrática dos portugueses”.
Em terceiro lugar, João Cotrim de Figueiredo (900 mil votos) assumiu o resultado como uma derrota pessoal e criticou as opções do PSD. O ex-líder da Iniciativa Liberal disse ainda que os portugueses “serão confrontados numa segunda volta com uma péssima escolha”.
Considerou também que “é provável que venhamos a ter um presidente da República oriundo do PS”, responsabilizando a liderança do PSD por esse cenário. Cotrim de Figueiredo adiantou também que não irá recomendar o voto em nenhum dos candidatos apurados.
Já André Ventura, o segundo classificado da noite presidencial, com 1.3 milhões de votos, afirmou que apenas perderá a segunda volta “por egoísmo do PSD, da Iniciativa Liberal ou de outros partidos que se dizem de direita”.
O líder do Chega disse que “a direita fragmentou-se como nunca, mas os portugueses deram-nos a nós a liderança dessa direita” e considerou que a sua candidatura conseguiu “derrotar o candidato do Governo e do montenegrismo”.
António José Seguro venceu a primeira volta das eleições presidenciais com 1.7 milhões de votos e apresentou-se confiante para a segunda volta, marcada para 8 de fevereiro. No discurso proferido nas Caldas da Rainha, o candidato sublinhou que o resultado representa uma “vitória da democracia”.
Seguro apelou à mobilização de eleitores democratas para a fase decisiva da eleição e defendeu uma candidatura agregadora, com a intenção de exercer o cargo como “Presidente de todos os portugueses”. O candidato apoiado pelo PS enquadrou ainda a segunda volta como um confronto político e assinalou que “entre mim e André Ventura há um oceano de diferenças”.
A segunda volta das presidenciais portuguesas vai decorrer no próximo dia 8 de fevereiro, disputada entre António José Seguro e André Ventura.
António José Seguro foi o candidato mais votado nas eleições presidenciais de hoje no distrito de Viseu com 30,03% do votos, segundo os dados do Ministério da Administração Interna.
O segundo candidato mais votado foi André Ventura com 25,77%, e o terceiro foi Luís Marques Mendes, com 15,32% dos votos, segundo os dados da Secretaria-Geral do Ministério da Administração Interna – Administração Eleitoral.
Nos 24 concelhos do distrito, António José Seguro venceu em 14, enquanto que André Ventura venceu em 9. Luís Marques Mendes conquistou apenas o concelho de Sernancelhe.
A maior votação para o candidato que vai à segunda volta e foi apoiado pelo partido socialista aconteceu em Resende, enquanto que André Ventura recebeu mais votos em Tabuaço.
A abstenção no distrito de Viseu foi de 41,55 por cento.
A segunda volta das presidenciais portuguesas vai decorrer no próximo dia 8 de fevereiro, disputada entre António José Seguro e André Ventura.
Em terceiro lugar ficou Cotrim Figueiredo, apoiado pela Iniciativa Liberal, à frente de Gouveia e Melo e de Marques Mendes, apoiado pelo PSD.