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CAT de Viseu encerra. Primeiras crianças abandonam instituição depois do Natal

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 CAT de Viseu encerra. Primeiras crianças abandonam instituição depois do Natal

As 17 crianças que frequentam atualmente o Centro de Acolhimento Temporário da Misericórdia de Viseu vão começar a deixar a valência a 27 de dezembro, dois dias depois do Natal. A confirmação foi dada ao Jornal do Centro pelo provedor da Santa Casa, Adelino Costa.

A instituição social tinha denunciado em junho o contrato que tinha com a Segurança Social (SS), que seria renovado em setembro, alegando um prejuízo de 700 mil euros ao longo dos últimos cinco anos.

As negociações entre as duas entidades não chegaram “a bom porto”. A SS ainda propôs um reforço das verbas, como era exigido pela Misericórdia, mas não queria que o CAT, com capacidade para 22 crianças, tivesse mais de 15. A Santa Casa não aceitou e avisou o Estado que só aceitaria as crianças até ao final do ano.

A SS, após diligências, decidiu espalhar os menores por várias instituições, entre as quais os lares de Santa Teresinha e Santo António, em Viseu, o CAT de Lamego. Os menores serão entregues também, ao que apurou o Jornal do Centro, a três famílias de acolhimento que estão certificadas. Estes agregados receberão os bebés. Todas as crianças serão retiradas do CAT de Viseu na próxima semana.

“Eles estão a fazer tudo para até ao final do ano encontrarem uma solução para os meninos”, afirma Adelino Costa, explicando que as primeiras crianças sairão a 27 de dezembro, conforme o acordado com a SS e a autorização recebida, entretanto, pelos tribunais que retiraram os menores até aos pais.

“Não sabemos para onde eles vão. Não nos dão essa informação”, acrescenta o provedor.

O CAT da Misericórdia de Viseu está a funcionar desde os aos 90. Tem capacidade para 22 crianças, dos zero aos 12 anos. Na valência habitam nesta altura 17 crianças até aos sete anos, entre os quais alguns bebés. Estes menores foram retirados aos pais por ordem do tribunal por serem alvo de maus tratos por parte da família, tendo ficado a viver no CAT às ordens da SS.

Adelino Costa diz que a Misericórdia já não aguentava o prejuízo anual entre os 150 e os 200 mil euros, por uma responsabilidade que é do Estado.

“O tal superior interesse da criança, que estão sempre a falar, foi agora ultrapassado pelo superior interesse económico financeiro”, lamenta.

Com o encerramento do CAT, a Santa Casa de Viseu vai ter que despedir os 18 funcionários do centro, a maioria mulheres, que verão o seu posto de trabalho extinto por altura do Natal.

Adelino Costa confessa o despedimento destas pessoas “foi a pior coisa” que lhe aconteceu deste que está à frente da instituição social.

“Foi terrível, mas não há alternativa, não podíamos ficar com elas. Não precisamos dessas pessoas nas outras valências”, explica.

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