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Celebrações da Páscoa sem beijo da cruz, procissões e caça aos ovos

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 Vive-se bem em Viseu Dão Lafões, diz mais de 84 por cento da população
01.04.21
fotografia: Jornal do Centro
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 Vive-se bem em Viseu Dão Lafões, diz mais de 84 por cento da população
01.04.21
Fotografia: Jornal do Centro
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 Celebrações da Páscoa sem beijo da cruz, procissões e caça aos ovos

Com a Páscoa a aproximar-se, o Jornal do Centro saiu à rua e falou com várias pessoas para saber as principais diferenças que a pandemia trouxe à celebração da data.

José da Silva refere que as tradições pascais de antigamente se mantêm agora. Contudo, este ano, a Páscoa terá que ser passada na cidade. “Devo ficar aqui em Viseu, costumo ir para a aldeia, para a quinta, mas acho que não vou. Vou juntar a família toda e ficamos aqui”, declara.

Maria José realça as cerimónias da Sexta-feira Santa com “uma procissão, o sermão do encontro, a adoração da cruz e depois tem o compasso, ainda se vai às casas lá na minha terra”. Lamenta que com a situação pandémica em que o país se encontra, não possa ir para a sua aldeia celebrar a Páscoa juntamente com os filhos.

O vírus continua a dificultar a celebração de datas importantes. Sofia Benfeito conta que normalmente a sua tradição passaria por decorar “a porta da casa para quando o padre e os escuteiros entrarem, depois pomos a mesa com os ovos e a laranja”. Em contraste, este ano apenas irá almoçar em família.

Manuel Oliveira assinala que tem uma participação ativa nas celebrações da data. “Eu até costumo andar com o padre, de manhã em Gumirães e à tarde aqui na cidade”, conta. Com a pandemia, os festejos serão apenas feitos com a família mais próxima.

Helena Azevedo confessa que, em situação normal, estaria reunida à mesa com a família para almoçar. Quando vivia na aldeia, a Páscoa era festejada à segunda-feira, onde “dois jovens com uma cruz iam de casa em casa e depois havia um bolinho, as amêndoas e um queijo da serra”. Este ano, não tem planos para a celebração da data, contando ficar em casa com a sua família.

Para Jorge Guimarães, a Páscoa é sinónimo de festa em família, bolos e amêndoas. Antigamente, seguia a tradição de andar de casa em casa, mas com o passar dos anos deixou de o fazer. “Este ano vai ser pior. Fechados em casa a comer, beber e a festejar”, refere.

Maria Fernanda confessa que a comemoração da data “era sempre com a família junta, fazia-se sempre o almoço da Páscoa e havia a passagem do padre com a cruz”, reforçando que nas aldeias a Páscoa é mais vivida em comparação com a cidade. Devido à pandemia, lamenta que não se possa celebrar como gostaria.

Já Ana Figueirinhas confessa que normalmente faria uma “caça aos ovos, andar de casa em casa e passear”, mas com as consequências da pandemia apenas vai festejar em casa com os seus.

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