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O futuro da Central fotovoltaica de Lupina, num investimento de 150 milhões de euros previsto para Viseu, está dependente da conclusão do Procedimento de Avaliação de Impacte Ambiental, isto depois de o Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) ter chumbado o projeto que está previsto para uma área de 300 hectares, na união de freguesias de Barreiros e Cepões e as freguesias de Mundão, Abraveses e Lordosa.
Num esclarecimento ao Jornal do Centro, o organismo público começa por explicar que a central está projetada para terrenos baldios “submetidos ao Regime Florestal (Perímetro Florestal de São Salvador) e em regime de cogestão com o Estado, através do ICNF”.
“Tendo por base o Estudo de Impacte Ambiental, o uso pretendido e nos termos propostos, evidencia-se incompatível com os termos, usos e funções admitidas para os terrenos submetidos à servidão pública do Regime Florestal, assim como, inserindo-se em terrenos baldios conclui-se pela desadequação do propósito de uso da terra às figuras de exploração de baldio”, salienta.
O ICNF deu, por isso, um parecer desfavorável à central em sede de Estudo de Impacte Ambiental, estando nesta altura o investimento de milhões “em fase de audiência de interessados”.
“Com a emissão de Declaração de Impacte Ambiental desfavorável o projeto não reúne condições para poder ser construído nos termos propostos. O processo encontra-se em fase de audiência de interessados, aguardando-se a conclusão do Procedimento de Avaliação de Impacte Ambiental (AIA)”, conclui o Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas.