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A chuva regressa este fim de semana a Viseu, depois de semanas de sol. As previsões do Instituto Português do Mar e da Atmosfera apontam também para uma descida da temperatura máxima.
Para esta sexta-feira (11 de fevereiro), Viseu vai ter ainda períodos de céu limpo, acompanhados de algumas nuvens, com máximas previstas de 18 graus, os mesmos dos últimos dias, e mínimas de 6º.
No distrito, as máximas vão descer, variando hoje entre os 15 (Penedono) e os 20 graus (Carregal do Sal, Mortágua, Nelas, S. Pedro do Sul, Tondela e Vouzela).
Os concelhos de Mangualde, Oliveira de Frades, Penalva do Castelo, Santa Comba Dão e Tabuaço terão 19º.
Armamar, Castro Daire, Cinfães e Sátão têm esta sexta-feira 18º.
Já Lamego, Moimenta da Beira, Resende, S. João da Pesqueira, Tarouca, Vila Nova de Paiva ficarão com 17º e Sernancelhe com 16º.
Para o fim de semana, Viseu vai contar no sábado (dia 12) com uma baixa das máximas para os 14 graus e também uma redução da temperatura mínima para os 5º, com muitas nuvens durante o dia.
Já no domingo (dia 13), está previsto o regresso da chuva com as temperaturas a oscilar entre os 5 e os 10 graus em Viseu. O IPMA prevê céu nublado durante a próxima semana.
A nível nacional, a chuva vai regressar a todo o território de Portugal continental no domingo, prevendo-se também uma descida das temperaturas máximas, segundo o IPMA.
De acordo com informação disponível na página do IPMA, para hoje e sábado, já está prevista a possibilidade de aguaceiros fracos e dispersos, vento fraco, neblina ou nevoeiro matinal, formação de geada em alguns locais do nordeste transmontano e da Beira Alta.
No sábado, está prevista também uma pequena descida da temperatura, em especial da máxima.
A previsão meteorológica aponta, para domingo, períodos de chuva a partir do início da manhã no Minho e Douro Litoral, estendendo-se depois às restantes regiões do continente.
Para domingo está igualmente prevista a possibilidade de queda de neve nos pontos mais altos da Serra da Estrela para o final do dia, vento fraco a moderado, tornando-se gradualmente moderado a forte nas terras altas e neblina ou nevoeiro matinal em alguns locais.
É ainda aguardada, no domingo, uma nova descida da temperatura máxima em Portugal continental.
A falta de chuva tem vindo a afetar Portugal continental há alguns meses, tendo agravado os níveis de seca.
O mês de janeiro foi o quinto mais quente desde 2000, tendo-se registado a temperatura máxima mais alta dos últimos 90 anos, e foi também o segundo mais seco, segundo dados divulgados pelo IPMA.
O mês passado foi o sexto mais seco em 90 anos e o segundo pior desde 2000, superado apenas por janeiro de 2005, em termos de precipitação.
O relatório do IPMA indica que o valor médio da quantidade de precipitação foi muito inferior ao normal registado entre 1971 e 2000, correspondendo a apenas 12%.
No início deste mês, Vanda Pires, do Departamento de Clima e Alterações Climáticas do IPMA, alertava que não havia previsões de chuva, pelo menos até meados de fevereiro e, a ocorrer, seriam valores inferiores ao que é normal.