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CIM Viseu Dão Lafões quer troço do IP3 concluído em 2030 e sem portagens

Ministro das Infraestruturas e Habitação tinha dado até esta segunda-feira para as duas comunidades intermunicipais envolvidas se pronunciarem sobre o traçado do IP3

 Vive-se bem em Viseu Dão Lafões, diz mais de 84 por cento da população
16.12.25
fotografia: Jornal do Centro
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Fotografia: Jornal do Centro
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 CIM Viseu Dão Lafões quer troço do IP3 concluído em 2030 e sem portagens

O presidente da Comunidade Intermunicipal (CIM) Viseu Dão Lafões anunciou hoje que o conselho intermunicipal aprovou por unanimidade que a realização do troço do IP3 seja mais rápida, a concluir em 2030, e sem portagens.

Segundo João Azevedo, tratou-se de “uma decisão importante e por unanimidade” e remete para a alternativa 2A, um “cenário que representa a execução de um traçado, definido desde 2018, apontando esse troço como prioridade para a duplicação em cerca de 87% de todo o traçado do IP3” entre Viseu e Coimbra.

Ou seja, esclareceu, saindo de Viseu até Treixedo (Santa Comba Dão), na primeira fase, depois a opção de requalificação entre Treixedo e Lagoa Azul (Mortágua), depois da Lagoa Azul a Penacova, a obra está feita e terá melhorias daquele traçado que já foi requalificado e depois de Penacova a Souselas e Souselas à A1, há duplicação do que existe” atualmente.

“Nesse mesmo plano há também a possibilidade de uma variante que pode ir do Rojão Grande até Penacova, ou da Lagoa Azul até Penacova, num espaço temporal até 2030, com a possibilidade de criamos condições para que essa obra se concretize o mais rapidamente possível”, afirmou João Azevedo.

Os outros 13%, acrescentou João Azevedo, são o troço entre Lagoa Azul e Penacova, que já está requalificado, e as pontes que estão identificadas em todo o traçado que existe neste momento”.

A decisão saiu do conselho intermunicipal, reunido na Câmara Municipal de Viseu, e que assenta em “três ou quatro razões”, como “a maturidade dos projetos que já existem e permitem que esta obra seja executada o mais rapidamente possível”.

“Ou seja, tem a ver com a maturidade, com o calendário, com a execução, com a rapidez, porque há muito que esperamos por esta obra. Esta região há muito que tem a esperança legítima de que esta obra seja realizada e, ao mesmo tempo, saber que vai resolver, e de que maneira, a questão da sinistralidade”, justificou João Azevedo.

O ministro das Infraestruturas e da Habitação, Miguel Pinto Luz, esteve em Viseu no dia 24 de novembro reunido com os autarcas das CIM Viseu Dão Lafões e da Região de Coimbra, em que solicitou até ao dia 15 de dezembro a decisão das CIM para as obras futuras no IP3 de forma a ficar totalmente com perfil de autoestrada, até 2034.

O também presidente da Câmara de Viseu defendeu que “a grande alteração significativa no traçado do IP3 está a acontecer agora, entre Viseu e Santa Comba Dão, e vai acontecer entre Santa Comba Dão e Lagoa Azul e vai acontecer de Penacova a Souselas, A1”.

“Com esta solução a duplicação do IP3 ficará com duplicação total antes de 2034, ou seja, em 2030. […] É uma decisão por unanimidade, de grande responsabilidade, com sentido de Estado, na defesa da região, com o objetivo claro de que a obra seja feita o mais rapidamente possível, uma estrada pensada há imenso tempo e que não tem portagens”, realçou o autarca.

Já a Comunidade Intermunicipal da Região de Coimbra (CIMRC) defendeu a construção da variante de Penacova e uma ligação da A13 ao IP3, no âmbito da requalificação daquele itinerário que liga Coimbra a Viseu.

A CIMRC afirmou que defende a requalificação em perfil de autoestrada na totalidade do traçado do IP3, numa deliberação tomada no conselho intermunicipal que decorreu na quinta-feira e que já foi enviada ao ministro das Infraestruturas e Habitação, que tinha dado até esta segunda-feira para as duas comunidades intermunicipais envolvidas se pronunciarem sobre o traçado do IP3.

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