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Costa apela a mobilização de militantes para chamar indecisos a votar

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 Vive-se bem em Viseu Dão Lafões, diz mais de 84 por cento da população
22.01.22
fotografia: Jornal do Centro
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 Vive-se bem em Viseu Dão Lafões, diz mais de 84 por cento da população
22.01.22
Fotografia: Jornal do Centro
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 Costa apela a mobilização de militantes para chamar indecisos a votar

O secretário-geral do PS advertiu que Portugal não está em tempo de aventuras políticas, que ainda este sábadomais 58 mil cidadãos foram infetados pelo SARS-CoV-2 e defendeu que desde 2016 há gestão responsável das contas públicas.
Estas mensagens foram transmitidas por António Costa no discurso com que encerrou o comício do PS que se realizou na Expocenter, em Viseu, após discursos do presidente da Federação, José Rui Cruz, e do cabeça de lista socialista por este círculo eleitoral, João Azevedo.

“É necessário dizer com toda a clareza que não estamos em tempo de aventuras, o país já sofreu muito nos últimos dois anos. O país ainda está a sofrer muito. Ainda hoje houve mais 58 mil pessoas que foram infetadas pelo vírus. Continuamos, infelizmente, a aumentar o número de pessoas que estão a falecer com covid-19”, apontou o líder socialista.
Ora, segundo o líder socialista, está situação “já é suficientemente dura”, com “uma crise económica e social que é preciso ultrapassar e uma crise política que agora também é preciso resolver”.
“Não somemos a isto tudo aventuras como a direita nos vem propor quando pretende desmantelar o nosso sistema de Segurança Social público – um sistema que temos vindo a reforçar, que tem garantido as pensões, os subsídios de desemprego, o lay-off e o apoio às famílias que tiveram de ficar em causa. Um sistema que combate diariamente a pobreza”, declarou.
António Costa afirmou depois que a mensagem da “direita do Segurança Social é que se quer meter na aventura de um sistema misto, onde parte do dinheiro é garantido pelo Estado, mas a outra parte do dinheiro passa a ser jogado no mercado e sujeito às vicissitudes do mercado”, completou, recebendo palmas dos militantes socialistas.
Já o secretário-geral do PS falava há mais de 20 minutos quando o sistema de som falhou e ouviu-se na sala um ruído que pareceu um estrondo.
António Costa comentou logo a seguir: “Até os microfones se assustam com esta imagem do Diabo”.
Antes, o secretário-geral do PS tinha falado sobre alguns dos resultados económicos e sociais alcançados desde 2016, dizendo que só foram possíveis porque o seu Governo “soube gerir as contas públicas com muita seriedade e responsabilidade, sem aventuras”.

“Não tivemos só um excedente orçamental em 2019. Com a política que seguimos conseguimos aumentar e reforçar a sustentabilidade da Segurança Social. Hoje, com todos os desafios demográficos que se enfrentam, há a garantia de uma Segurança Social sustentável por mais 22 anos”, declarou.
Segundo o líder socialista, importa pois “continuar as políticas económicas que têm permitido criar mais emprego, trabalho mais bem remunerado e assim aumentar a receita da Segurança Social, o que possibilita aumentar a sustentabilidade do sistema”.
Mas nem sempre foi assim, na perspetiva de António Costa.
“O que enfraqueceu a Segurança Social foram as políticas do último Governo PSD/CDS que, apesar dos cortes das pensões, com o brutal desemprego então criado e com o corte dos vencimentos que provocaram, as receitas foram baixando e a sustentabilidade do sistema ficou ameaçada”.

Ora, acrescentou o secretário-geral do PS, “é a essa passado que o país não pode regressar”.
E antes do secretário geral falar, já o cabeça de lista por Viseu, João Azevedo, disse que “só António Costa pode ser ministro”.
As reivindicações e promessas para o distrito ficaram no discurso de José Rui da Cruz, presidente da Federação e que também faz parte da lista. O também até agora deputado, disse que tudo será feito para que o IC12 entre Mangualde e Nelas seja realidade, assim como a ligação entre Moimenta da Beira e Vila Nova de Paiva. Deixou ainda a defesa de um pólo da Escola Superior de Tecnologia de Viseu no centeo histórico da cidade.

Nas últimas eleições legislativas, no círculo de Viseu, o PS teve menos dois mil votos (35,3%) do que o PSD (36,24%). Em relação aos oito mandatos em disputa, o PS empatou a quatro com os sociais-democratas.
Nas últimas eleições autárquicas, o PS conquistou dez dos 24 municípios e apoiou a lista vencedora independente em São João da Pesqueira.

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