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Covid-19 matou mais de 550 pessoas no último ano na região

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 Vive-se bem em Viseu Dão Lafões, diz mais de 84 por cento da população
18.11.21
fotografia: Jornal do Centro
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 Vive-se bem em Viseu Dão Lafões, diz mais de 84 por cento da população
18.11.21
Fotografia: Jornal do Centro
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 Covid-19 matou mais de 550 pessoas no último ano na região

Num ano morreram na região, pelo menos, 568 pessoas por Covid-19. A 17 de novembro de 2020 foram reportadas 84 mortes, atualmente já se registaram 652. Se há um ano era possível encontrar concelhos onde não havia registo de mortos, como por exemplo exemplo Armamar, Aguiar da Beira (pertence ao distrito da Guarda mas integra a CIM Viseu Dão Lafões), Carregal do Sal, Tarouca ou Vouzela, atualmente apenas Moimenta da Beira não reportou nenhuma vítima mortal.

Viseu é o concelho com o maior registo de óbitos – 141 – há um ano eram apenas nove. Logo a seguir, na barreira da meia centena, os concelhos de Tondela (há registo de 67 mortos, há um ano apenas três), Aguiar da Beira (atualmente com 57 vítimas, sendo que no ano passado não tinham registo de óbitos) e Lamego (49 reportados até ao dia de ontem, há um ano eram sete).

No que diz respeito a casos confirmados, em 12 meses a região contabilizou, pelo menos, mais 24.829 infeções pelo novo coronavírus, passando de 4.266 para 29.095 infetados. À semelhança dos óbitos, Viseu é onde se regista o maior número de casos confirmados, 7.261, mais 6.300 do que a 17 de novembro último. Seguem-se os concelhos de Lamego (registava no dia de ontem 2.238 casos, mais 2.046) e Cinfães (1.786, o que se traduz num aumento de 972 casos).

Na altura, a 17 de novembro de 2020, o país atravessava a segunda vaga de Covid-19. O mês de novembro chegou mesmo a ser considerado um dos piores desde o início da pandemia, números que viriam a ser ultrapassados em grande escala na terceira vaga, que se registou já no início desde ano.

Um ano depois, quase nove milhões de pessoas foram vacinadas em Portugal, os números começaram a estabilizar. Ainda assim, atravessamos um período de aumento de casos, em muito associado à entrada da terceira fase de desconfinamento, que levantou a grande maioria das restrições, e ao tempo frio. Situação que já levou o Governo a admitir que poderá vir a reforçar medidas. Mariana Vieira da Silva, ministra de Estado e da Presidência, adiantou que essas mudanças deverão ser decididas após a reunião com os especialistas, agendada para esta sexta-feira (19 de novembro).

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