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Covid-19: Nervosas mas otimistas, crianças disseram sim à vacina

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18.12.21
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Fotografia: Jornal do Centro
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 Covid-19: Nervosas mas otimistas, crianças disseram sim à vacina

“Eu concordei, porque sei que é bom para mim. Assim posso diminuir os riscos”, a afirmação é de António Arede.

António tem 11 anos e foi uma das crianças que hoje (18 de novembro) se deslocou ao Centro de Vacinação de Viseu para lhe ser administrada a vacina contra a Covid-19. Para este primeiro dia, foram feitos 698 agendamentos, sendo que a capacidade de administração é de 800.

António conta que estava “um pouco nervoso”, mas garante que esta é a solução para travar a pandemia que, diz, “é uma chatice”. Veio acompanhado pela avó, Helena Parente, que explica que vacinar o neto “foi uma decisão fácil”.

“Todos achámos que era bom ele ser vacinado. Confiamos nas autoridades competentes e como tal acho que é bom”, explica.

Na fila para entrar no gabinete de enfermagem estão também os irmãos Maria João Vicente e Miguel Vicente, de 9 e 11 anos, respetivamente. Estão acompanhados pelo pai, que apesar de admitir que vacinar os filhos não é “uma decisão 100 por cento segura”, acredita que “neste momento é a melhor”.

“Com a informação que temos à data, acho que é a decisão mais racional de tomar, para o bem deles e de todos”.

Maria João e Miguel garantem que, apesar de estarem “receosos”, está é a melhor forma de se protegerem.

“Covid-19? É uma chatice, não gosto, não podemos brincar e ir para a rua como antes e a vacina vai ajudar”, desabafa Maria João.

A mesma opinião tem o irmão Miguel que atira que “já sabia que vinha tomar a vacina há uns dias”, porque o pai o avisou.

“Não estou com medo, isto é uma vacina como as outras”, diz. Miguel diz que nunca ficou infetado, “mas na turma já houve casos”, que os obrigou ir para casa “várias vezes”.

Quando perguntamos porque é que acha que a vacina é importante, Miguel responde: “se toda a gente na minha escola, por exemplo, tomar a vacina nós podemos estar mais à vontade”.

Pais confiantes ajudam no processo de vacinação
Apesar de as crianças serem as protagonistas deste fim de semana de vacinação, os pais são peça fundamental em todo o processo.

No caso desta família, o facto do pai ter sido vacinado ajudou, até porque a enfermeira que administrou a vacina à Maria João e ao Miguel foi a mesma que já havia vacinado o pai.

“Facilita-nos quando os pais já conhecem o profissional e transmitem alguma segurança, dizendo que também estiveram ali e que até foi o mesmo profissional que os vacinou e que correu tudo bem”, conta Marta Pinto, enfermeira que vacinou esta família.

A profissional de saúde diz que um dos “segredos” para correr bem é a “tranquilidade dos pais, porque passem esse sentimento aos filhos”.

Para este fim de semana, os procedimentos “não são muito diferentes, já que as técnicas básicas são as mesmas”. As grandes diferenças estão “na formulação pediatrica ou a quantidade a administrar”, explicou.

Marta Pinto conta que este primeiro dia “está a correr bem” e que são as próprias crianças a quererem ser vacinadas.

Centro de Vacinação decorado e com animação
Para tornar o ambiente do centro de vacinação mais confortável e “amigo” das crianças, foi preparado um programa com atividades e o espaço foi decorado.

Para a manhã de sábado estava preparado um momento musical, com um Dj e uma “aula de ginástica” com alguns exercícios.

Também os vários gabinetes foram decorados com desenhos e até um rebuçado havia no final da toma da vacina.

Maria Castro foi uma das crianças a quem estas atividades vieram ajudar. “Estava nervosa e agora estou a sentir-me bem e mais calma”, conta, enquanto se prepara para começar a repetir alguns exercícios que estão a ser feitos num pequeno palco, na sala de recobro.

Maria está na zona de recobro, com a mãe, Sandra Amaral, onde têm de permanecer 30 minutos depois da vacinação. E é neste espaço que a “animação” acontece.

“Ela estava muito ansiosa e com algum receio e assim ficou mais relaxada. Acho ótimo”, disse Sandra Amaral, que explicou ainda que a filha até já está familiarizada com a doença, uma vez que já foi infetada pelo novo coronavírus.

Também Renata Gonçalves, mãe de Afonso Mané, de 11 anos, acredita que estas iniciativas ajudam no processo de vacinação, “para que possam ficar mais tranquilos”.

Renata Gonçalves conta que vacinar o filho não foi uma decisão difícil apesar de, no início, ter ficado “hesitante”.

“Temos as dúvidas normais, que possa vir a ter alguma coisa por causa da vacina, mas depois temos que pensar em comunidade e todos temos que fazer a nossa parte”, assegura.

O filho, Afonso Mané, “recebeu bem a ideia” e assegura que “não custou nada”.
“Eu disse que queria tomar a vacina, porque não quero ficar doente”, explicou com um ar confiante.

Casa aberta mantém-se em funcionamento
Para a vacinação deste fim de semana, que inclui crianças com 10 e 11 anos, foi adotado o sistema de autoagendamento. Ainda assim, mantém-se o sistema de casa aberta a funcionar, para as as crianças.

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