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Cerca de 60 por cento dos carteiros dos CTT na região aderiram à greve convocada para esta sexta-feira (19 de novembro).
A paralisação, que conta ainda com uma manifestação em Lisboa, é justificada pela luta contra a deterioração do serviço postal e a falta de trabalhadores da empresa.
Rui Simões, do Sindicato Nacional dos Trabalhadores dos Correios e Telecomunicações, diz que a adesão em Viseu está a corresponder às expectativas que foram excedidas a nível nacional. Mesmo assim, o sindicalista considera que os números da adesão “deviam ser mais altos”.
A adesão não-total à greve é justificada por Rui Simões pelo que diz ser ações de coação junto dos trabalhadores dos Correios.
Os chefes de estação e responsáveis de distribuição já tinham manifestado “estupefação e total discordância” com esta greve, considerando que tem “motivações ideológicas e políticas” e apelando mesmo à não-adesão, falando mesmo de “um exemplo do que não deve ser o sindicalismo”.
Já Rui Simões defende que os CTT “cumpram o seu objetivo, que é tratar bem as populações e entregar o correio a horas, o que infelizmente não é o caso por manifesta falta de trabalhadores”. Além disso, os carteiros exigem ainda “salários justos e dignos” e uma alteração do modelo organizacional da empresa.
A Federação dos Sindicatos dos Transportes e Comunicações, que convocou esta greve, apela ainda a um “serviço postal com qualidade, assegurado pelo Estado português” e contra “o assédio e perseguição aos trabalhadores”.
Já a administração dos CTT diz que a greve não teve impacto na atividade da empresa com níveis de adesão na ordem dos 12 por cento em todo o país e que as lojas mantiveram-se abertas.