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A Diocese de Viseu está a fazer um levantamento do número de acólitos nas paróquias, isto depois de cerca de 50 auxiliares – acompanhados pelos padres – terem representado a instituição eclesiástica na Peregrinação Nacional de Acólitos, que decorreu recentemente em Fátima.
O encontro juntou perto de quatro mil acólitos de todo o país, que rezaram e conviveram, promovendo o intercâmbio entre as várias dioceses. Foi “um momento para privilegiar e destacar o Ministério do Acolitado”, revelou Pedro Miguel, responsável pelos acólitos da Diocese de Viseu.
O programa assentou no tema “Acólitos, companheiros de caminho”. Os acólitos começaram o dia a percorrer numa caminhada que terminou na Capelinha das Aparições. Depois da oração do terço, houve um almoço convívio e uma missa na Basílica da Santíssima Trindade, presidida por D. José Cordeiro, arcebispo de Braga e responsável pela Comissão Episcopal da Liturgia.
Durante a homilia, D. José Cordeiro salientou que “o grupo de acólitos pode ser, de facto, uma verdadeira expressão do que é ser Igreja sinodal, uma Igreja que caminha em conjunto, uns com os outros, uns para os outros, tal como os discípulos de Emaús que, dois a dois, fizeram caminho com Jesus e O reconheceram ao partir do pão, voltando a reunir-se à comunidade dos discípulos”.
Já Pedro Miguel realçou que “o acólito é o cúmplice do sacerdote, ou seja, o seu braço direito na orientação da liturgia, com um papel fundamental na relação entre aquilo que é o altar e a própria assembleia”.
O responsável diocesano acrescenta que o ministério “tem de ser uma prioridade na Diocese, uma ideia já defendida pelos próprios bispos” e apela a “um trabalho mais consistente”.
Depois de concluído o levantamento dos acólitos nas paróquias, Pedro Miguel defende que o próximo passo é a aposta na formação.
“Já começámos a formação de formadores e queremos criar formadores em várias paróquias, certificando essas pessoas”, explicou, confidenciando que o seu grande desejo, enquanto responsável dos acólitos, “é tornar o acolitado nas paróquias um ministério instituído”, diz.
Os interessados em ser acólitos poderão seguir essa vocação depois da primeira comunhão e fazer a formação a partir dos 15 anos. Para isso, deverão abordar o pároco e contactar o Serviço Diocesano de Acólitos de Viseu, através das redes sociais ou pelo endereço de e-mail sdaviseu@gmail.com.