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Eleições: O que dizem os candidatos por Viseu sobre a coesão territorial, a migração e a economia

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 Vive-se bem em Viseu Dão Lafões, diz mais de 84 por cento da população
02.03.24
fotografia: Jornal do Centro
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 Vive-se bem em Viseu Dão Lafões, diz mais de 84 por cento da população
02.03.24
Fotografia: Jornal do Centro
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 Eleições: O que dizem os candidatos por Viseu sobre a coesão territorial, a migração e a economia

São temas que eram atuais há dois anos, há seis anos ou mesmo há 10 anos e dos quais podemos associar muitos outros problemas da região. São o que alguém chamou “alarmante” depressão demográfica e o agravamento da assimetria
territorial. A partir de uma realidade que cada vez tem vindo a ser mais visível, o Jornal do Centro, em conjunto com o Jornal da Beira e VFM, promoveu um debate com os cabeças de lista pelo círculo eleitoral de Viseu para as Eleições Legislativas de 2024.

Um debate que serviu para tocar nos diferentes setores e as políticas destinadas que cada partido com assento parlamentar defende para o território que os vai eleger a 10 de março.

A requalificação do IP3, a abolição das portagens na A25 e na A24, o melhoramento e implementação de ferrovia na região, o centro de radioterapia, o Hospital Psiquiátrico de Abraveses, os investimentos entre Serviço Nacional de Saúde ou Parcerias Público-Privadas foram alguns dos temas abordados. Foram ainda discutidos temas como o apoio aos agricultores, o investimento na floresta e a consolidação da coesão territorial, assim como os incentivos para atrair habitantes para um distrito com cada vez menos população.

Juntos para debater durante cerca de duas horas estiveram Alexandre Hoffman, da CDU, António Leitão Amaro da AD, Carlos Filipe da IL, Carolina Pia do PAN, Elza Pais do PS, João Tilly do Chega e José Miguel Lopes do BE. Aqui ficam as propostas e convicções dos candidatos em relação à coesão territorial,
migração, cultura e economia:

Elza Pais
A solidariedade intergeracional é absolutamente importante. O PS prevê aumentar a coesão territorial através de bolsas de estudo e capacidade para atrair migrantes e refugiados. Esta região viveu um surto de migração muito grande nos anos 1960, e um cidadão irregular não é um cidadão ilegal

António Leitão Amaro
É necessária uma maior aposta no complemento solidário do idoso. A população idosa é, na sua maioria, composta por mulheres que começaram a trabalhar ainda muito novas, quando
eram raparigas, e por isso não têm uma pensão e precisam do aumento do CSI. Defendo, ainda, um aumento da representação política permitindo que os círculos eleitorais tenham uma componente populacional, mas também uma majoração territorial. Aumento de 50% no valor para a Cultura no Orçamento do Estado

João Tilly
Defendo uma discriminação positiva do interior, com
um pacote com menos impostos e uma série de medidas que aumentem a discriminação até conseguirmos atrair gente que está nas grandes cidades

José Miguel Lopes
É necessário esbater um conjunto de tarefas relegadas
historicamente para as mulheres. É preciso criar uma rede pública
de creches e de lares. São medidas que vão fixar emprego no interior. Em relação à Cultura, defendi um aumento do financiamento até chegar a 1%.

Filipe Jesus
Portugal é uma fábrica de emigração qualificada. Não há
crescimento económico e o Estado tem de caminhar ao lado das empresas e não servir como um tampão das mesmas. É necessária a criação de “zonas especiais económicas” com uma baixa fiscalidade, com o objetivo de combater o despovoamento do interior.

Alexandre Hoffmann
Defendo o acelerar do processo de regionalização
e a fixação de serviços na região de Viseu. Acho que o essencial para este conjunto de propostas é criar uma nova ordem de forças na Assembleia da República


Implementação da semana de quatro dias, de modo a tornar
o interior “mais aliciante”. Taxar as empresas poluidoras e promover as empresas ecológicas e que respeitem os direitos salariais das pessoas.

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