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Eleições: PAN quer garantir subsídio de risco para bombeiros

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 Feira de São Mateus: Bombeiros resgatam pessoas presas em diversão
29.02.24
fotografia: Jornal do Centro
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 Feira de São Mateus: Bombeiros resgatam pessoas presas em diversão
29.02.24
Fotografia: Jornal do Centro
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 Eleições: PAN quer garantir subsídio de risco para bombeiros

A porta-voz do Pessoas-Animais-Natureza (PAN) afirmou hoje que é preciso garantir que os bombeiros tenham subsídio de risco e que sejam reconhecidos enquanto profissão de desgaste rápido para terem direito a reforma antecipada.

“Nós precisamos de garantir que o subsídio de risco e o reconhecimento como profissão de desgaste rápido é atribuído aos bombeiros, precisamos também de garantir o seu direito de poderem fazer a reforma antecipada”, defendeu Inês Sousa Real.

Em declarações aos jornalistas após uma reunião com a Federação de Bombeiros do distrito de Viseu, a porta-voz também lembrou que o PAN “tem uma medida para o resgate animal associado aos bombeiros e, com isso, também um reforço financeiro para que possam proceder ao resgate e socorro de animais”.

Depois de os bombeiros ameaçarem, na reunião, de se manifestarem após as eleições, em 10 de março, Inês Sousa Real disse esperar que “isso não venha a ser necessário” e lembrou que já tinha apresentado uma proposta na Assembleia da República (AR) para a revisão do estatuto.

“Também há outros problemas do ponto de vista do estatuto dos bombeiros voluntários, e também dos dirigentes humanitários, em que precisamos de garantir que são reconhecidos todo o ano e não apenas quando são os incêndios”, afirmou.

No seu entender, “os bombeiros têm um papel essencial no apoio às populações, no transporte de doentes não urgentes” e sem esta rede social dos bombeiros, voluntários e profissionais, o país seria muito mais vulnerável”.

Nesse sentido, disse que “o PAN não deixará de priorizar na próxima legislatura” estas medidas que defende e que apresentará “logo nas primeiras sessões” da nova legislatura.

Aos jornalistas disse ainda que é preciso “valorizar o papel destes profissionais e também agilizar os mecanismos de pagamento, para que não haja atraso, sobretudo, no pagamento do combustível”.

“Aumentar também o valor do transporte e do pagamento de transporte de doentes não urgentes, porque os bombeiros têm um papel absolutamente essencial no socorro e auxílio das populações, não apenas no verão”, insistiu.

Ainda na área da Saúde, Inês Sousa Real defendeu que “é fundamental apostar na valorização do médico de família e garantir que os cuidados primários têm um papel mais relevante e não deixar essa pressão apenas para os hospitais”.

“Nesse sentido, o PAN defende que tem de haver essa aposta, esse investimento, no Serviço Nacional de Saúde (SNS) nessa dimensão”, acrescentou a porta-voz para lembrar que, na reunião com os bombeiros, a questão foi levantada.

Já que, continuou, por os hospitais estarem encerrados, leva a que tenham [os bombeiros] de fazer muitos mais quilómetros sem que depois haja a devida compensação como também há atrasos, o que é “absolutamente inaceitável”.

PAN quer suspensão de explorações de lítio
A porta-voz do PAN exigiu ainda a suspensão das explorações de lítio, a revogação do Simplex ambiental e urbanístico e a auscultação das populações, argumentando que o descontentamento reflete-se em votos populistas antidemocráticos.

“Para o PAN, a suspensão [de explorações de lítio] tem de ser o caminho, fazer-se uma nova reavaliação, salvaguardando-se assim os interesses da população, mas também dos danos ambientais que estão aqui em causa”, defendeu Inês Sousa Real.

Para a porta-vos do PAN, as explorações de lítio estão, em alguns casos, a acontecer “em zonas de proteção natural e com elevados valores ecológicos” com particularidade para onde existe “a rota do próprio lobo ibérico”.

Neste sentido, reforçou que “é fundamental suspender os projetos que estão neste momento em curso” e “garantir que a avaliação ambiental passa a considerar não apenas questões económicas, mas também a mitigação da pegada ecológica”.

Inês Sousa Real defendeu que “é fundamental reavaliar” esse “tipo de projetos”, sobretudo onde há “proximidade com as populações”, com “danos ambientais absolutamente irreversíveis”.

“E que não tenhamos uma destruição de valores naturais a reboque de uma pseudotransição energética, ou de uma exploração, que sabemos, muitas das vezes, não respeita aquilo que são critérios e danos ambientais que poderiam e deveriam ser evitados”, apontou.

Nesse sentido, e a avaliar pelos “efeitos cumulativos que estas centrais estão a ter”, o PAN considera “que o Simplex ambiental e o Simplex urbanístico devem ser revogados”.

“Devemos olhar para a legislação e perceber que esta legislação não pode estar a ser feita à medida dos interesses económicos destas centrais fotovoltaicas, mas sim, do interesse económico das populações, no seu desenvolvimento, no seu crescimento, porque até há uma dimensão turística que, muitas vezes, é posta em causa com este tipo de projetos”, justificou.

Com isto, apontou que “há um aspeto fundamental, as populações não têm sido ouvidas nestes processos como deveriam ser”, por um lado, porque os tempos para a consulta pública têm sido “demasiado curtos”.

“Por outro, sabemos também que a participação cidadã não tem sido auscultada o que, de alguma forma, gera uma frustração na população e até um descontentamento que, sabemos, está a ter o seu retorno que é o voto em forças populistas antidemocráticas e se queremos repor a democracia e repor os valores de participação cidadã isto passa por ouvir as populações, quando dizem não a este tipo de projetos”, considerou.

Inês Sousa Real, antes de reunir com a Federação dos Bombeiros do distrito de Viseu, assumiu ainda aos jornalistas que “o regresso de um grupo parlamentar do PAN à Assembleia da República [que implica a eleição de dois deputados] permite” ter “mais força para as causas” que defendem.

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