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Empresa que criou guia da EN2 está agora a trabalhar produto turístico para a EN16

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 Vive-se bem em Viseu Dão Lafões, diz mais de 84 por cento da população
09.12.21
fotografia: Jornal do Centro
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09.12.21
Fotografia: Jornal do Centro
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 Empresa que criou guia da EN2 está agora a trabalhar produto turístico para a EN16

Já arrancou o projeto ligado à Estrada Nacional 16 (EN16), que envolve 15 municípios, de promoção turística, à semelhança do que acontece com a EN2.
A reunião contou com a presença de vários autarcas e também representantes das três comunidades intermunicipais envolvidas neste projeto e que vão ficar responsáveis pela sua implementação.
Para já, a empresa que criou todo o produto turístico à volta da Estrada Nacional 2 é também responsável pelas propostas para a EN16.

“Queremos ter um guia, ou guias de bolso, a promover todo este património cultural, gastronómico, e toda a dinâmica patrimonial e a natural, ou seja, várias áreas que os municípios têm ao longo da EN16”, anunciou Rui Ladeira, presidente da Câmara de Vouzela.

O autarca contou que foi promotor de uma reunião com todos os municípios que são atravessados pela EN16, de forma que, “todos juntos”, possam “criar um produto turístico estruturado que permita manter as pessoas no território e valorizar a identidade” desta via, que “foi o grande corredor económico, antes da A25, e que se pode voltar a potenciar”.

Ao mesmo tempo, continuou o autarca, “pode ser trabalhado este corredor, recuperando toda a identidade sinalética, alguma destruída pelos incêndios, o corredor arbóreo, e também o comércio local”.

“Isto vai permitir que o comércio tradicional seja reativado, porque são corredores rodoviários que, normalmente, não são utilizados. E, provocando este fluxo turístico, permite que o comércio local e mais tradicional tenha uma oportunidade e seja valorizado”, defendeu.

Para “agilizar o projeto”, depois desta primeira reunião com todos os municípios envolvidos, Rui Ladeira explicou que serão as três Comunidades Intermunicipais (CIM) de Aveiro, de Viseu Dão Lafões e a das Beiras e Serra da Estrela a dar “os próximos passos” em representação dos 15.

“Para estruturar todo o plano de ação para que rapidamente possamos apresentar um projeto final, à imagem de bons projetos, como o da EN2, que é um ótimo veículo promocional e de desenvolvimento”, comparou.

Assim, Rui Ladeira disse que espera que “os 225 quilómetros da EN16 venham também a ter muito daquilo que são as boas práticas do desenvolvimento dos territórios, nomeadamente no interior do país”.

O autarca da região de Lafões não escondeu que “gostaria de no próximo verão já ter alguma coisa em concreto”, mas também reconheceu que “não é um projeto para se fazer em dois dias” e, por isso, “a devido tempo será apresentado um cronograma” de todo o processo.

“Mas estamos convencidos de que, em alguns meses, poderemos ter produtos estruturados para apresentar ao público e começar a dar alguma dinâmica. Acredito que o guia, por exemplo, poderá estar pronto no final do próximo ano, em 2022”, admitiu.

Rui Ladeira mostrou-se “satisfeito” com o primeiro encontro, uma vez que também estiveram presentes “outras entidades, como o Turismo de Portugal, a AHRESP [Associação da Hotelaria, restauração e Similares de Portugal] e a Infraestruturas de Portugal”, que têm uma “interferência direta” no processo.

“Queremos fazer da EN16 um projeto âncora para o nosso país, mas principalmente, e em particular, para a nossa região”, sublinhou Rui Ladeira, que reconheceu a “necessidade de requalificar, em alguns troços,” esta via, mas que “a seu tempo, certamente, também será feito”.

O presidente da Câmara Municipal de Viseu reconheceu esta quinta-feira (9 de dezembro), no final da reunião do executivo, que a EN16 “tem fortes potencialidades” e, tendo em conta que é no concelho de Viseu que a EN16 se cruza com a EN2, Fernando Ruas disse que o executivo está “muito interessado na alavancagem desta estrutura”.

“Até pela sua dimensão que é mais apetecível a quem quer fazer um trajeto de fim de semana, sem ter necessidade de deixar para outro fim de semana, como poderá acontecer com a EN2. Portanto, a EN16 tem condições para ter um êxito ainda maior do que a EN2 e pode ser uma ajuda nestes territórios do interior”, reconheceu.

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