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O Museu Nacional Grão Vasco, em Viseu, continua a recuperar público depois de dois anos de pandemia, mas está ainda longe dos números de 2019. O ano passado, o espaço museológico registou 36.039 entradas, mais 1.609 que em 2021, mas teve menos 29.987 visitas do que em 2019, o ano anterior à chegada da Covid-19.
Segundo a diretora do Museu, Odete Paiva, a conclusão que se pode retirar é que o público que frequenta os serviços educativos, os alunos das escolas e os grupos de idosos “ainda não voltaram num número significativo”.
“Estamos mais ao menos idênticos aquilo que aconteceu em 2021 no número de visitantes, ou seja, os públicos escolares, seniores que faziam visitas ainda não voltaram ao museu, tivemos sobretudo turistas nacionais e estrangeiros”, adiantou.
As entradas ainda estão abaixo dos anos “normais”, mas a receita da bilheteira e dos serviços educativos está em linha com o ano de 2019.
O desafio do Grão Vasco agora é recuperar os públicos perdidos, adiantou ainda Odete Paiva.
Não temos preocupações apenas com o turismo cultural. Queremos que os diferentes grupos escolares venham fazer atividades, estamos abertos, os serviços educativos continuam a funcionar e, portanto, é importante que esses grupos retomem a sua vida no museu e a sua visita. O número de visitas pedidas pelas escolas para os meses de março e abril levam-nos a crer que as coisas vão voltar à normalidade”, acrescentou a diretora do museu.
Em 2023, o Grão Vasco vai continuar a receber eventos em parceria com outras instituições da cidade, como o Festival de Música da Primavera, o Cinema na Cidade ou o Festival de Jazz.