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O Agrupamento de Escuteiros de Mortágua realizou, no último fim de semana, uma plantação de árvores no Parque Industrial da vila, junto à Estrada Nacional 228.
Os jovens escuteiros plantaram um total de 50 espécies autóctones, incluindo carvalhos, sobreiros, castanheiros e pinheiros, adaptadas ao clima e ao solo e resistentes a doenças, pragas e incêndios florestais.
A Câmara Municipal associou-se à iniciativa. Segundo um comunicado da autarquia, a plantação inseriu-se no projeto “Trees for the World”, um projeto internacional promovido pela Organização Mundial de Escutismo.
“Esta iniciativa pretende motivar todos os escuteiros a conhecer, plantar e tratar de árvores autóctones, contribuindo assim para o reconhecimento da importância das espécies nativas nos ciclos biológicos enquanto suporte da biodiversidade, fundamental à nossa vida”, lembrou o município na mesma nota.
A escuteira Maria Inês, 15 anos, que participou na ação, disse ter feito “um pequeno gesto” que outras pessoas poderão seguir. Já Ruben Rodrigues, de 16 anos, salientou a importância da iniciativa, referindo que as árvores “trazem oxigénio e vida ao nosso planeta”. “O que fizermos de bem ao Planeta é também benéfico para nós”, acrescentou.
O chefe do Agrupamento, Gabriel Lopes, referiu que este tipo de ações vai ao encontro daquilo que são os valores e as práticas do escutismo, incluindo o serviço à comunidade. “A vida na natureza é uma parte integrante fundamental na vida do escuteiro, e por isso, temos uma responsabilidade acrescida na sensibilização dos jovens para as boas práticas ambientais”, disse.
O presidente da Câmara, Ricardo Pardal, enalteceu a ação desenvolvida pelos jovens escuteiros. “É muito gratificante ver que os nossos jovens estão comprometidos com a defesa do Ambiente e com um Planeta sustentável, onde todos possamos viver numa harmonia Homem-Natureza. Entendemos que a floresta autóctone é uma riqueza que temos de proteger, conservar e valorizar”, afirmou.
A plantação das novas árvores, que decorreu depois de uma outra ação decorrida em janeiro, promete trazer desta forma a natureza à Zona Industrial.
Ricardo Pardal salientou que, com o crescimento das espécies, “teremos aqui uma área de descanso aprazível que pode ser usufruída pelos trabalhadores do Parque Industrial, bem como pela comunidade local” e também servir de proteção às unidades industriais no caso de incêndios florestais.