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Falta de material nos centros de saúde está a adiar tratamentos

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 Vive-se bem em Viseu Dão Lafões, diz mais de 84 por cento da população
30.03.22
fotografia: Jornal do Centro
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30.03.22
Fotografia: Jornal do Centro
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 Falta de material nos centros de saúde está a adiar tratamentos

A falta de materiais como luvas, lâmpadas e toneres para as impressoras está a levar ao adiamento de tratamentos médicos nos centros de saúde da região de Viseu.

A situação é denunciada pelo Sindicato dos Médicos da Zona Centro. O sindicalista Noel Carrilho diz ao Jornal do Centro que as queixas têm vindo a agravar-se nos últimos dias, mas que já não são de agora.

“Já desde há algum tempo que temos vindo a receber denúncias de falta de algum material nos centros de saúde da região Centro, incluindo Viseu. Não é um fenómeno recente, mas tem-se vindo a agravar e as denúncias têm sido mais insistentes”, frisa.

Noel Carrilho classifica a falta de luvas como um “exemplo flagrante” e diz que, quando chegam aos centros de saúde, elas “vêm com o tamanho incorreto ou com um tamanho que dá a entender que podem ser o refugo de outros estabelecimentos ou outras encomendas que não chegam a ser utilizadas”.

O material está a ser racionalizado. Perante esta situação, os profissionais de saúde estão a adiar cuidados médicos. Tratamentos esses que “não podem ser realizados com segurança para prejuízo dos doentes”, lamenta Noel Carrilho.

“Há unidades de saúde familiar que tiveram de deixar de fazer alguns procedimentos como consultas ao domicílio ou pequenas cirurgias, entre variadíssimos procedimentos que podem ser realizados nos centros de saúde, que necessitam deste material, mas que não existe em número suficiente”, explica.

Noel Carrilho estranha que a falta de material só afete os centros de saúde e não os hospitais. O sindicalista acrescenta que já foram pedidos esclarecimentos à Administração Regional de Saúde do Centro.

“Já chamámos a atenção da ARS Centro para esta situação, em bom tempo, e foi-nos garantido que aquilo se devia a problemas com o fornecimento, que seriam problemas alheios à ARS e que estariam em vias de serem solucionados. O que é certo é que já se passaram cerca de dois meses e os problemas continuam a existir, o que é uma infelicidade”, diz.

Noel Carrilho considera que o problema tem de ser resolvido no imediato. “Não será por falta de capacidade de fornecimento e haverá algum tipo de dificuldade que importa dominar de imediato porque não se justifica em nenhum tempo, menos ainda num tempo em que falamos de pandemias e de proteção individual, que faltem luvas. Não é algo que seja aceitável”, conclui.

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