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Família brasileira troca a cidade maravilhosa por terras de Viriato

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 Família brasileira troca a cidade maravilhosa por terras de Viriato

A brasileira Vanessa Oliveira chegou a Portugal há quase três. Com o marido e a filha radicou-se em Viseu e nunca mais de lá saiu.

“Chegamos em janeiro de 2020 e, em março, estávamos em confinamento por causa da pandemia. O desafio foi grande, mas estávamos bem planeados para morar cá. Já ter as documentações necessárias e dinheiro de lado foram fundamentais para que seguíssemos ficar no país por estes quase 3 anos”, conta a emigrante natural do Rio de Janeiro.

Vanessa decidiu cruzar o Atlântico com a família porque queria que a sua filha tivesse “mais oportunidades nos estudos, mobilidade para outros países e, claro segurança, saúde e educação públicas de maior qualidade”.

No Brasil, era psicóloga clínica e professora universitária, tendo desempenhado essas funções durante mais de dez anos. Em Portugal, continua a trabalhar na área da psicóloga. Para isso, teve que ver os seus diplomas reconhecidos. Fez também uma formação de formadores.

“Traçar a carreira profissional de forma coerente e aprofundada em Portugal foi uma jornada imensa. Para que os meus diplomas fossem reconhecidos e que eu fosse registada o processo durou praticamente um ano, com muitos custos e burocracias”, adianta.

Hoje, Vanessa faz atendimentos clínicos através da Internet e tem pacientes “não só de Portugal e do Brasil, como também dos Estados Unidos, Irlanda Espanha, Suíça, França e Alemanha”.

“Além disso, de 2020 para cá já formei mais 2.500 alunos online de todo o mundo, o que tem sido um marco para mim. Eu nunca imaginei ter um alcance tão extenso e com tanto êxito”, refere.

Antes de vir para Portugal, Vanessa e a sua família visitaram Portugal e acabaram por escolher Viseu para viver. A mudança foi planeada ao longo de um ano.

“Escolhemos Viseu a dedo. Depois de escolher a cidade e analisar os custos de vida, iniciamos o planeamento financeiro, documental para entrar legalmente no país e do reconhecimento profissional. A nossa ideia sempre foi chegar da maneira mais organizada possível para que tivéssemos uma vida mais tranquila em relação à criação da nossa filha”, explica.

O planeamento da viagem e da nova vida em Portugal foi fundamental no processo de adaptação e para que a mudança corre-se bem, garante a emigrante brasileira.

“Uma vez que em março de 2020 estávamos em confinamento por causa da pandemia, o nosso planeamento fez toda a diferença. Isto também teve um impacto importante da minha forma de trabalhar. No Brasil, tinha uma prática presencial em gabinete, mas desde 2020 toda a minha agenda de trabalho é online e o tele trabalho tornou-se prioritário para atendimentos clínicos e todas as formações que ofereço para psicólogos no âmbito das perturbações de ansiedade, personalidade, depressão e do luto complicado”, diz.

Vanessa garante sentir-se “muito integrada” e desde o primeiro dia que ela e a sua família “assentaram arraiais” em Viseu.

“Não é exagero dizer que não tivemos problemas significativos até agora. Confesso que tinha medo de sofrer algum tipo de preconceito por ser brasileira. Entretanto, eu sempre fui muito bem respeitada como pessoa e como profissional. Ouso dizer que o facto de ser psicóloga brasileira por cá tem sido até mesmo uma vantagem, pois as pessoas ainda têm dificuldade em procurar ajuda psicológica por não quererem expor a suas vidas. Por isso, ser psicóloga de outro país com a competência reconhecida, fez com que a procura pelos atendimentos fosse ainda maior”, revela.

Em Viseu, o que mais aprecia são os parques e as flores. Confessa amar os bosques, os cafés, a educação das pessoas e até mesmo o respeito dos motoristas em relação aos peões na hora destes atravessarem as passadeiras.

“Dizer o que não gosto é um desafio, mas o facto de não dispor de comboio que facilite a mobilidade para Lisboa ou para o Porto é um aspeto muito negativo, principalmente, pelas viagens que fazemos e o acesso aos aeroportos. Uma estação de comboio seria muito bem-vinda a Viseu e facilitaria a mobilidade dos jovens para outras universidades, além de alimentar o turismo local”, defende.

Vanessa Oliveira encara Viseu já como a sua terra. É na cidade de Viriato que quer ficar a viver e a criar a sua filha.

“Viseu não deixa nada a desejar. É uma felicidade imensa morar aqui”, remata.

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