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Família de doente com AVC avança com queixa no MP contra o Hospital de Viseu

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 Vive-se bem em Viseu Dão Lafões, diz mais de 84 por cento da população
24.03.22
fotografia: Jornal do Centro
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 Vive-se bem em Viseu Dão Lafões, diz mais de 84 por cento da população
24.03.22
Fotografia: Jornal do Centro
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 Família de doente com AVC avança com queixa no MP contra o Hospital de Viseu

A família do homem que teve um AVC detetado seis dias depois dos primeiros sintomas garante que vai avançar com uma queixa ao Ministério Público contra o Hospital de Viseu.

Os familiares de José Martins acusam o Centro Hospitalar Tondela-Viseu e um médico da unidade de negligência de não terem detetado a tempo o AVC ao homem, de 61 anos, que padecia de cancro.

A filha, Sofia Martins, diz que não gostou do tratamento que José Martins teve no Hospital e que a família já avançou com várias queixas “ao Ministério Público, à Ordem dos Médicos e no livro de reclamações”.

“O meu pai não caminha, nem fala em condições. Diz uma palavra que se percebe e o resto não se percebe. Se abrir os olhos, diz que vê tudo preto. Dá-me a impressão que tem uma parte toda inchada, está de fralda e teve sequelas”, reclama.

Sofia Martins diz que tem alertado o pessoal do Hospital para ser feito um exame TAC ao pai, que deu entrada a 16 de novembro do ano passado.

“Vi o meu pai a sair para fazer o TAC, na segunda-feira, e o médico diz-me que o meu pai tem um tumor na cabeça. Depois, o que me deixou a estranhar é que como é que já sabia do resultado e perguntei ao doutor qual era a previsão de vida do meu pai porque um AVC era grave, mas um tumor era muito mais grave. Ele disse um ou dois dias, mas que não sabia o tratamento, que iam reunir, que o meu pai não caminha e perdeu força num lado do corpo. Eu perguntei se não será um AVC, ele disse que não e era um tumor e afirmou outra vez”, conta.

A filha diz que não acredita na palavra do Hospital e que sai de lá cada vez mais confusa. “Eu peço explicações e consigo sair mais confusa do que quando entrei e não sei no que vou acreditar”, lamenta.

Sofia Martins diz ainda que tem andado a pedir aos profissionais do Hospital para encaminharem o pai ao IPO de Coimbra ou do Porto, para se fazer novos exames, mas sem sucesso. “Eles dizem que são tão ou mais competentes que Coimbra e Porto. E o que me dá a entender que, com outro médico, se calhar vai chegar a conclusões que eles não chegaram e que houve negligência”, acrescenta.

remonta a novembro do ano passado, quando o médico em causa diagnosticou a José Martins um cancro no pâncreas. Nessa altura, o homem esteve 45 dias internado. Em janeiro, teve uma embolia pulmonar, acabou internado e teve alta hospitalar. Mas a situação acabou por se agravar nos últimos dias, culminando com o acidente vascular cerebral.

Em resposta, o Centro Hospitalar Tondela-Viseu diz que todos os cuidados prestados foram “os adequados à situação clínica” do utente, bem como a orientação clínica.

Este já não é a primeira denúncia relacionada com o diagnóstico tardio de cancro e outras doenças no Hospital de Viseu. Mulher que acusa hospital de negligência diz que não quer que situação aconteça a outros, Susana Gomes, de 44 anos, acusou a unidade de saúde de negligência médica porque não lhe foi comunicado um cancro no colo do útero.

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