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A maioria dos trabalhadores do Serviço de Utilização Comum dos Hospitais (SUCH) no Centro Hospitalar Tondela-Viseu aderiu à greve convocada para esta segunda-feira (16 de agosto).
Afonso Figueiredo, do Sindicato dos Trabalhadores da Indústria de Hotelaria do Centro, fala de números elevados que rondam entre os 80 e os 90 por cento dos funcionários.
“Temos uma adesão na ordem dos 80 por cento na alimentação. No setor da lavandaria, os números são um pouco superiores e rondam os 90 por cento. São números satisfatórios que demonstram que as preocupações que o sindicato transmitiu à empresa se traduzem no sentimento dos trabalhadores”, revela o sindicalista ao Jornal do Centro.
Por causa desta greve, o bar e o refeitório do Hospital de Viseu estão agora encerrados. Já a lavandaria está com serviço condicionado. “A roupa não sairá hoje, terá de sair amanhã”, admite Afonso Figueiredo que garante que estão assegurados os serviços mínimos neste único dia de paralisação.
“Está assegurada a alimentação aos doentes internados, às urgências e ao bloco operatório, mas não nas mesmas condições. Na lavandaria, também somos obrigados a serviços mínimos que garantem o fornecimento de roupa se houver cirurgias urgentes que assim o obrigam”, remata. A greve termina à meia-noite.
Em causa neste protesto, estão reivindicações por melhores salários e condições de trabalho. A greve foi convocada para os trabalhadores dos serviços de alimentação, lavandaria e rouparia, resíduos e manutenção.