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A Câmara de Viseu espera que até ao próximo dia 11 de março seja retirada toda a estrutura da obra prevista para uma residência de estudantes na Rua do Gonçalinho, que atualmente está a impedir a circulação pedonal e automóvel naquela zona do centro histórico.
Segundo o presidente da autarquia, a intervenção permitirá reabrir um acesso considerado importante para a mobilidade na cidade.
“Até meados de março contamos retirar toda a estrutura que está a impossibilitar a passagem pedonal e viária naquela zona muito importante da cidade de Viseu, que é o acesso à Rua Direita”, afirmou João Azevedo no final da reunião do executivo que se realizou esta quinta-feira.
O presidente da Câmara reconheceu que a situação se prolongou durante demasiado tempo, acrescentando que a remoção da estrutura permitirá resolver o problema. “Felizmente vamos acabar com aquela ferida, a passagem que estava a bloquear há muito tempo a circulação de pessoas e veículos”, disse.
A limitação no local resultava da construção de uma residência para estudantes, obra que acabou por ser interrompida depois de o município ter rescindido o contrato com a entidade responsável pela execução.
“Como também é público, nós já rescindimos o acordo com a entidade que estava a fazer essa construção porque não tinha prazo para cumprir o PRR. Portanto, iríamos colocar em causa o financiamento desta obra e fizemos uma opção clara”, explicou.
A solução encontrada pela autarquia passa pela instalação da futura residência de estudantes no edifício do Seminário Maior de Viseu, projeto que, segundo o presidente da Câmara, permitirá criar mais quartos e melhores condições.
Quanto ao edifício inicialmente destinado a esse fim na Rua do Gonçalinho, o município pretende agora direcioná-lo para habitação, numa estratégia de chamar mais gente para viver no centro histórico.
O objetivo, segundo o presidente, é criar oportunidades para que mais jovens, famílias monoparentais e outros agregados possam fixar-se na zona urbana da cidade.
No seguimento da reunião de Câmara, o autarca anunciou ainda um reforço do financiamento destinado às freguesias do concelho. A revisão orçamental aprovada permitirá aumentar em cerca de 1,3 milhões de euros a verba disponível para as Juntas.
Segundo João Azevedo, comparativamente ao ano anterior, as freguesias de Viseu terão mais 300 mil euros para desenvolver obras e projetos nos respetivos territórios.
Durante a reunião, o executivo deu ainda conta da continuidade do projeto E-Guard que nesta fase vai abranger 20 seniores. Trata-se de uma iniciativa em colaboração com a GNR e que consiste num dispositivo tecnológico que ajuda os mais idosos que vivem isolados. Trata-se de um aparelho que permite a localização e uma chamada telefónica a pedir ajuda.