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O jovem, de 21 anos, que a semana passada (17 de agosto) ateou um incêndio florestal na freguesia de Barreiros e Cepões, no concelho de Viseu, ficou em prisão domiciliária e com pulseira eletrónica, apurou o Jornal do Centro junto de fonte da PJ. O homem foi presente esta tarde a um juiz de instrução criminal do Tribunal de Viseu, que lhe decretou estas duas medidas de coação.
“O suspeito, com uso de chama direta (isqueiro), ateou o incêndio na floresta, em zona com vasta mancha florestal, com continuidade vertical e horizontal, confinante com a zona urbana, que teria proporções mais gravosas caso não tivesse havido uma rápida intervenção dos meios de combate”, explicou a Polícia Judiciária em comunicado
De acordo com a PJ, “a atuação do suspeito colocou em perigo a integridade física e a vida de pessoas, habitações e a grande mancha florestal”.
O homem foi detido pela judiciária em colaboração com a GNR. Segundo o que contou às autoridades, o detido provocou o fogo por estar “com problemas pessoais e familiares e por se encontrar com algum stress”. O homem não tem antecedentes criminais.
O Ministério da Justiça revelou hoje que o crime de incêndio florestal obriga atualmente à vigilância eletrónica de 21 pessoas, a maioria das quais, 10, devido à suspensão da execução da pena de prisão.
Já a Procuradoria-Geral da República indicou que o Ministério Público abriu mais de 3.000 inquéritos relacionados com o crime de incêndio florestal, cometido de forma dolosa ou negligente, nos primeiros seis meses de 2022.