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Incêndios de inverno dão trabalho aos bombeiros. Em três dias mais de 30 ocorrências

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 Feira de São Mateus: Bombeiros resgatam pessoas presas em diversão
31.01.22
fotografia: Jornal do Centro
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 Feira de São Mateus: Bombeiros resgatam pessoas presas em diversão
31.01.22
Fotografia: Jornal do Centro
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 Incêndios de inverno dão trabalho aos bombeiros. Em três dias mais de 30 ocorrências

O distrito de Viseu foi palco de mais de 30 incêndios florestais nos últimos três dias, numa altura em que a Proteção Civil lançou um alerta para a proibição de queimas e queimadas que termina esta terça-feira (1 de fevereiro).

Cinfães, Castro Daire e Resende têm sido dos concelhos mais fustigados por estes fogos de inverno que surgem de forma invulgar e fora da época crítica, em particular na zona da Serra do Montemuro.

Só em Cinfães, houve mais de uma dezena de ocorrências entre sábado (29 de janeiro) e hoje (dia 31), e os Bombeiros locais não têm tido mãos a medir.

O comandante dos Voluntários, Miguel Madureira, admite ao Jornal do Centro que a corporação tem registado “ocorrências novas a toda a hora, concentrando-se na zona do Montemuro e arredores”.

“É claro que, em termos de meios humanos, nessa altura torna-se mais complicado, mas temos conseguido ir a todas as ocorrências e temos a vantagem de os incêndios não arderem com a intensidade com que ardem no verão”, explica. O comandante diz que os fogos têm aparecido “de noite e de dia”.

Perante esta situação, Miguel Madureira está preocupado e frisa que estas situações implicam o acionamento de “meios que temos afetos a este tipo de serviço fora da época habitual”.

As autoridades desconfiam dos pastores, mas o comandante dos Bombeiros de Cinfães diz que isso tem de ser confirmado e que pode haver também um “aproveitamento” pelo facto de eles passarem boa parte do tempo no campo.

Em Castro Daire, já deflagraram 19 fogos

Já em Castro Daire, os Bombeiros têm tido mais trabalho nos últimos dias. No concelho, já houve 19 incêndios florestais e nem todos na zona serrana.

O segundo comandante, Fernando Albuquerque, diz que 2022 está a ser o ano com mais ocorrências depois de 2019 na corporação.

“Tivemos alguns fogos na zona da Serra do Montemuro, ainda que tenhamos tido alguns fora da serra. Relativamente ao ano passado [2021], temos mais nove ocorrências. No mesmo período de 2020, houve só uma ocorrência e temos de recuar até 2019, onde tivemos 32 ocorrências de incêndios rurais”, diz.

Fernando Albuquerque justifica o aumento das ignições em comparação com os dois últimos anos com as condições do tempo que têm surgido nos últimos dias, com previsões de céu limpo e pouco nublado na região.

O segundo comandante dos Bombeiros de Castro Daire reconhece ainda que estes fogos dão mais trabalho e despesa à corporação, que tem mobilizado diversos operacionais para o teatro das operações.

“Este ano, já tivemos que empenhar 113 operacionais e 31 veículos para fazer face a estas 19 ocorrências. Os bombeiros que estão empenhados neste tipo de ocorrências têm sempre de estar disponíveis para prestarem outros serviços como emergências pré-hospitalares e isto causa-nos algumas preocupações além de ser sempre um fator que provoca um acréscimo na despesa com veículos e equipamentos”, explicita.

Fernando Albuquerque acredita também que os incêndios de inverno têm várias origens, sendo provocadas por mão criminosa ou por negligência por parte de pastores e agricultores na realização de queimas e queimadas.

Esta segunda-feira (31 de janeiro), o Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas revelou que, em todo o país, houve mais de 500 fogos em janeiro do que o mesmo mês do ano passado e mais de 1.600 hectares de área ardida.

Este mês de janeiro, os incêndios rurais consumiram 3.312 hectares, mais 1.613 hectares do que em igual período do ano passado, tendo sido registadas 717 ocorrências, mais 504 do que em 2021.

Os dados provisórios do ICNF indicam também que 77 por cento da área ardida diz respeito a matos e 22 por cento a povoamentos florestais.

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