Museum display: orange racing suits on the left, a video of a helmeted driver in a car on the screen, and a yellow race car in the foreground.
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Athletes stand on a podium: first place in center with green pants and white shirt, holding a certificate and wearing gold medal, flanked by second and third place winners on red/blue outfits; backdrop reads WMAC DAEGU 2026 with flags and sponsor logos.
Modern single-story house exterior at dusk with large glass sliding doors showing warmly lit living and dining areas outside landscaped yard.
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People wearing over-ear headphones at an outdoor listening event, with a large headset prop in the foreground.
Group of pageant contestants in evening gowns/swimwear with sashes standing on a brightly lit stage, audience seated in foreground.
Six young dancers pose with medals and a large trophy in front of a dance competition backdrop, Portugal flag visible behind them.
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Incêndios: Fogo em Seia está mais ativo, mas sem populações em risco

Segundo dados oficiais provisórios, até 23 de agosto arderam cerca de 248 mil hectares no país

Aerial view of a sandy beach with large stone letters forming a message, promoting recycling; below, the slogan 'Começa por reciclar as desculpas' and a call to action with a URL.
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23.08.25
fotografia: Jornal do Centro
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23.08.25
Fotografia: Jornal do Centro
Aerial view of a sandy beach with large stone letters forming a message, promoting recycling; below, the slogan 'Começa por reciclar as desculpas' and a call to action with a URL.
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O fogo na freguesia de Alvoco da Serra, no concelho de Seia, está a lavrar com mais intensidade, mas sem perigo para a população, disse à Lusa o presidente da junta daquela freguesia.

Carlos Marques adiantou à Lusa que a situação “ainda está muito complicada em Alvoco da Serra”, no distrito da Guarda, uma vez que as chamas “estão mais ativas”.

“Já ardeu quase tudo, mas o fogo virou para os flancos, onde ainda há o que arder”, explicou, ao garantir que “não há aldeias em risco”.

Segundo o autarca, quase toda a zona foi consumida pelas chamas. “Como Alvoco fica mais perto da Torre, o fogo progrediu para essa zona, fazendo os flancos”, precisou.

Carlos Marques acredita que a situação poderá ficar resolvida ao final do dia, quando, possivelmente, deixará de existir combustível para queimar.

Ao longo de mais de uma semana, o fogo que começou no Piódão, em Arganil, no distrito de Coimbra estendeu-se ao concelho de Seia (distrito da Guarda), aos concelhos de Oliveira do Hospital e Pampilhosa da Serra (distrito de Coimbra) e aos concelhos de Castelo Branco, Covilhã e Fundão (distrito de Castelo Branco).

A Câmara Municipal de Seia adiantou na sexta-feira à noite que o incêndio se mantinha “circunscrito, com duas frentes internas de difícil combate, mas de baixa intensidade”, na encosta esquerda do Vale Glaciário de Loriga (combate apeado) e na encosta esquerda da Ribeira de Alvoco, proveniente de Unhais da Serra.

O presidente da Câmara Municipal de Arganil, distrito de Coimbra, disse hoje à Lusa que o incêndio no seu concelho já não se encontra ativo.

“Tivemos cinco dias de fogo intenso, mas a situação ficou controlada. Tivemos reacendimentos e pontos de calor durante esta semana, mas temos realizado os trabalhos de rescaldo. Não temos qualquer frente de fogo”, assegurou Luís Paulo Costa.

Portugal continental tem sido afetado por múltiplos incêndios rurais de grande dimensão desde julho, sobretudo nas regiões Norte e Centro.

Os fogos já provocaram quatro mortos, incluindo um bombeiro, e vários feridos, alguns com gravidade, e destruíram total ou parcialmente casas de primeira e segunda habitação, bem como explorações agrícolas e pecuárias e área florestal.

Portugal ativou o Mecanismo Europeu de Proteção Civil, ao abrigo do qual dispõe de dois aviões Fire Boss, um helicóptero Super Puma e dois aviões Canadair.

Segundo dados oficiais provisórios, até 23 de agosto arderam cerca de 248 mil hectares no país, mais de 57 mil dos quais só no incêndio que teve início em Arganil.

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