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Incêndios: Viseu entre os distritos com mais área ardida e Sernancelhe e Penedono os concelhos com mais “terra queimada”

De acordo com o relatório provisório do Instituto de Conservação da Natureza e Florestas (ICNF), o incêndio que deflagrou em Arganil também no dia 13 apresenta a maior área ardida de sempre em Portugal

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 Incêndios: Viseu entre os distritos com mais área ardida e Sernancelhe e Penedono os concelhos com mais “terra queimada”

O incêndio com a terceira maior área ardida deste ano, segundo o relatório do  Sistema de Gestão de Informação de Incêndios Florestais (SGIF) foi o de Sátão que consumiu mais de 13 hectares e que deflagrou na madrugada de 13 de agosto. 
Este fogo acabou também por ser um dos mais complexos porque acabou por se juntar ao de Trancoso,formando um grande incêndio que afetou 11 municípios dos distritos de Viseu e da Guarda.

De acordo com o relatório provisório do Instituto de Conservação da Natureza e Florestas (ICNF), o incêndio que deflagrou em Arganil também no dia 13 apresenta a maior área ardida de sempre em Portugal, com 64 mil hectares consumidos. Já o incêndio que começou no Piódão, no concelho de Arganil (distrito de Coimbra), e que entrou em resolução no domingo, ao fim de 11 dias, apresenta uma área ardida de 64.451 hectares.

Neste ano, de acordo com o relatório do SGIF, já arderam cerca de 250 mil hectares.

O incêndio que começou em Freches, Trancoso, no dia 9, terá consumido 49.324 hectares e é o segundo maior deste ano e o terceiro maior incêndio de sempre em Portugal.

Freixo de Espada à Cinta (11.697 hectares), os dois incêndios do Sabugal (10.539 e 10.403), um outro incêndio em Trancoso que começou no dia 14 (8.673), Guarda (7.151) e Vila Real (6.007) estão também na lista dos 10 maiores incêndios deste ano, todos estes ocorridos em agosto.

Na lista dos 10 maiores fogos, regista-se apenas um incêndio em julho, em Ponte da Barca (7.164), pode ler-se no relatório.

Até domingo, registaram-se 80 grandes incêndios (com área superior a 100 hectares) em Portugal este ano, responsáveis por 97% do total da área ardida no país, concluiu o SGIF.

De acordo com o relatório provisório do SGIF, Guarda, Viseu e Castelo Branco são os distritos com mais área ardida.

Covilhã (20.257), Sabugal (18.726) e Trancoso (17.239 hectares) são os concelhos mais afetados pelos incêndios em relação à área ardida, seguindo-se Sernancelhe, Mêda, Arganil e Penedono, todos municípios com mais de 10.000 hectares ardidos.

Na quarta-feira, o investigador da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD) Paulo Fernandes já antevia que o incêndio de Arganil poderia ser o maior incêndio de sempre em Portugal, considerando que aquele fogo tinha as condições para se tornar grande.

O incêndio começou de madrugada, a partir de dois raios, numa cumeada de difícil acesso, propagando-se muito rapidamente nas primeiras horas, afirmou à agência Lusa o especialista em incêndios e membro das comissões técnicas de análise aos grandes incêndios de 2017.

O incêndio progrediu num território de difícil acesso e numa região que arde sucessivamente, havendo “um contínuo de vegetação cada vez mais homogéneo” que contribui para a progressão do fogo, explicou.

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