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Os hospitais do interior do país, como é o caso do Centro Hospitalar Tondela Viseu, deverão manter as maternidade, blocos de partos e serviços de ginecologia e obstetrícia em funcionamento, isto de acordo com a proposta de reorganização dos serviços desenhada pela Comissão de Acompanhamento de Resposta em Urgência de Ginecologia, Obstetrícia e Bloco de Parto.
O coordenador do organismo, Diogo Ayres de Campos, disse ao Correio da Manhã que “é preciso ter em consideração as distâncias entre cada serviço”. “Se se demoram hora e meia ou duas horas de viagem, não se deve propor o encerramento”, sublinhou em declarações ao jornal.
A comissão recomenda ao Governo a junção de alguns serviços com a concentração das urgências de obstetrícia e ginecologia e blocos de partos.
A proposta faz parte do relatório de revisão da rede de urgências de obstetrícia e blocos de parto, cujos “aspetos principais” ficaram concluídos na quarta-feira à noite numa reunião da comissão constituída por seis elementos, designadamente o coordenador nacional e outros cinco clínicos em representação de cada região do país.
“Ficaram apenas alguns aspetos de edição para terminar até sexta-feira à meia-noite”, afirmou Diogo Ayres de Campos à Agência Lusa, acrescentando que o documento vai estar pronto para entregar no sábado ao Ministério da Saúde”.