5
resende
IP3
janela casa edifício fundo ambiental
casa-habitacao-chave-na-mao - 1024x1024
aluguer aluga-se casas

No coração verde do concelho de Viseu, Côta é uma aldeia onde…

16.02.26

Nasceu, em Cinfães, a Quinta da Maria, um projeto turístico com alma…

12.12.25

No coração do Parque Natural da Serra de Aire e Candeeiros, há…

21.08.25
jose-damiao-tarouca-232
ps campanha
camapnha10
roberto rodrigues escanção
CVRDao_2
March-711-4
Home » Notícias » Diário » IP3 continua a ser usado por tratores e animais. Utentes pedem ponte

IP3 continua a ser usado por tratores e animais. Utentes pedem ponte

pub
 Vive-se bem em Viseu Dão Lafões, diz mais de 84 por cento da população
29.07.21
fotografia: Jornal do Centro
partilhar
 Vive-se bem em Viseu Dão Lafões, diz mais de 84 por cento da população
29.07.21
Fotografia: Jornal do Centro
pub
 IP3 continua a ser usado por tratores e animais. Utentes pedem ponte

A Associação de Utentes e Sobreviventes do IP3 lamenta os atrasos nas obras de requalificação e duplicação da estrada que liga Viseu a Coimbra.

A discussão pública sobre o estado de impacte ambiental para a segunda fase do projeto já foi concluída, mas a associação desconfia da demora do Governo em avançar com o concurso público.

Avelino Mesquita, porta-voz da Associação de Utentes e Sobreviventes da estrada, alerta para os erros de conceção da nova via em perfil de autoestrada e diz que as pessoas continuam a usar a via para circular com tratores, máquinas agrícolas e rebanhos para os seus terrenos.

“Ficou muita coisa por resolver porque tínhamos falado com a Infraestruturas de Portugal para resolver o caso das pessoas que atravessam entre Cunhedo e Oliveira do Mondego e de Oliveira do Mondego para Coice com tratores e animais que precisam de trazer para as suas pastorícias”, afirma.

A Associação de Utentes e Sobreviventes pede por isso que seja construída uma ponte. No entanto, Avelino Mesquita diz estranhar a demora do Governo em pôr a segunda fase a concurso público internacional “para se começar a definir a obra e para não haver mais atrasos, porque já andamos nisto há três anos e a obra nunca mais arranca”.

Avelino Mesquita aponta o dedo à Infraestruturas de Portugal e ao Governo, acusando-os de não serem capazes de eliminar os pontos negros entre a zona da Lagoa Azul e Viseu. O porta-voz aponta sobretudo para os acidentes que têm acontecido em Tondela, “onde aconteceram vários acidentes e houve dois mortos”. “O Governo continua a não olhar para isto”, lamenta.

Nos primeiros seis meses deste ano, o IP3 foi palco de mais de 70 acidentes. A Associação de Utentes defendeu junto da tutela a colocação de um separador central nos pontos mais negros, mas sem sucesso.

Desde 2019, o itinerário teve mais de 400 acidentes que provocaram cinco vítimas mortais.

Quanto à prevista segunda fase da requalificação, depois da discussão pública, a documentação deve estar reunida até final de setembro. Está previsto que o concurso público internacional deva arrancar no início do próximo ano.

pub
 Vive-se bem em Viseu Dão Lafões, diz mais de 84 por cento da população

Outras notícias

pub
  • Clube Auchan. Registe-se e comece a poupar
  • Habifactus - Viseu cresce e nós crescemos consigo. A sua imobiliária de confiança há 23 anos.
  • Janelas 4Life. Qualidade, inovação e sustentabilidade
  • ReMax Dinâmica, a agencia numero 1 no Distrito de Viseu
 Vive-se bem em Viseu Dão Lafões, diz mais de 84 por cento da população

Notícias relacionadas

Procurar