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Jovens da região de Viseu valorizam saúde, educação e proximidade

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 Jovens da região de Viseu valorizam saúde, educação e proximidade

Mais de 70% (por cento) dos habitantes de Viseu Dão Lafões estão satisfeitos com a vida que levam na região. Trata-se de uma das conclusões da oitava edição do Inquérito à Satisfação dos Residentes na região Centro, promovido pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR).

A percentagem de moradores satisfeitos, que ronda os 70,2%, diminuiu em comparação com 2021, sendo que Viseu Dão Lafões foi a comunidade intermunicipal que mais desceu com menos 14 pontos percentuais face ao último estudo (há um ano, 84,2% diziam-se globalmente satisfeitos). Este ano, 29,8% dos residentes da região dizem-se insatisfeitos.

Mesmo assim, os números de agora são superiores aos de há cerca de uma década, sendo que, em 2013, apenas 58,9% estava satisfeita.

O estudo da CCDR Centro questionou, pela primeira vez, os jovens entre os 21 e os 34 anos sobre os fatores que valorizam num território para nele viverem. Para os jovens que vivem em Viseu Dão Lafões, os dois fatores mais preponderantes são o acesso à saúde e educação e a proximidade à família e amigos, ambos com 22,2% cada das preferências.

Em toda a região Centro, outros fatores elegidos incluem a segurança (17,1%), o acesso a um emprego digno e devidamente remunerado (12,3%), o custo de vida acessível (11,7%) e a facilidade de deslocação e mobilidade (9,7%). Com menos relevância face aos restantes fatores, surgem a oferta cultural e de espaços de lazer (4,6%), o ambiente favorável ao empreendedorismo e inovação (3,1%) e a conetividade digital (0,9%).

Em toda a zona Centro, 72% dos residentes inquiridos dizem que estão globalmente satisfeitos com a sua vida, indicando uma quebra face aos 77,5% de 2021.

O inquérito deste ano mostra em concreto que 10,4% dos residentes estão “muito satisfeitos”, 61,6% “satisfeitos”, 20% “não muito satisfeitos” e 8% “nada satisfeitos”. Entre os principais motivos de satisfação, a população da zona Centro aponta para a qualidade de vida (22,7%), o emprego (21,5%), a vida familiar (19,3%), a saúde (18,1%) e o facto de gostar do local onde reside (10,3%).

Nos motivos de insatisfação, há quem aponte para as dificuldades financeiras e o custo de vida elevado (32,8%), os baixos salários e reformas (22,5%) e os problemas de saúde (18,1%). A insatisfação com o Serviço Nacional de Saúde (4,4%) e a conjuntura internacional (2,0%) aparecem, pela primeira vez, como causas de insatisfação. As políticas governamentais (7,8%), o desemprego (6,9%) e a solidão (5,4%) são outros dos motivos apontados.

Mais jovens satisfeitos do que os mais velhos
Outra das conclusões é que os mais jovens estão mais satisfeitos do que as outras faixas etárias da região Centro. Enquanto 95% dos inquiridos entre os 15 e os 24 anos se encontrava globalmente satisfeito com a sua vida, essa percentagem baixa para os 54,3% no caso dos indivíduos com mais de 65 anos. Apenas a satisfação global dos mais jovens aumentou, sendo que a taxa diminuiu nos restantes escalões etários.

Quanto às profissões, o grau de satisfação é mais elevado nos empresários, quadros superiores, empregados de comércio e agricultores. Os mais insatisfeitos eram os operários especializados e os trabalhadores não qualificados.

Em média, os empregados e desempregados são mais satisfeitos (77,7%) do que os estudantes, domésticos e reformados (62,7%). Mas, de todas as categorias de ativos e inativos, os estudantes eram os mais satisfeitos (97,2%), enquanto os reformados e os desempregados os mais insatisfeitos (51,4% e 50%, respetivamente).

Também na recolha deste ano, os residentes que têm cursos de mestrado, pós-graduação, doutoramento ou licenciatura são os mais satisfeitos (89,5%), enquanto os que têm apenas o primeiro e o segundo ciclo ou são analfabetos encontram-se entre os mais insatisfeitos (42% no primeiro ciclo e 50% no segundo ciclo e nos analfabetos).

As mulheres revelaram-se, pelo sétimo ano consecutivo, menos satisfeitas do que os homens. Em ambos os sexos, a quota de residentes globalmente satisfeitos diminuiu face à inquirição anterior, embora a diminuição nas mulheres tenha sido mais acentuada, passando dos 76,8 para os 70,3%. Nos homens, a taxa de satisfação diminuiu de 78,2% para 74%.

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