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O líder do PSD, Luís Montenegro, acusou, esta quinta-feira (15 de setembro), o Governo de não ter cumprido com a palavra dada em relação à reflorestação das zonas devastadas pelos incêndios de outubro de 2017 na região de Lafões.
O reparo foi apontado pelo presidente dos sociais-democratas, em Vouzela, durante o roteiro Sentir Portugal, que antes o tinha levado a São Pedro do Sul e Oliveira de Frades.
“Enaltecer a capacidade empreendedora que temos dos empresários que apesar de todas as dificuldades e no caso concreto neste território que foi fustigado pelos incêndios florestais gravíssimos há cinco anos, perante a muito passividade de falta de ação do Governo e o não cumprimento de palavra dada a propósito de reflorestar esta zona, de promover a reforma florestal que foi tão pomposamente prometida”, disse aos jornalistas.
Para além de ter criticado o Governo por não ter cumprido com a palavra dada, Luís Montenegro lamentou que cinco anos após a tragédia dos fogos, o executivo de António Costa continue a não dar prioridade à fileira da floresta.
“Portugal deve olhar para a floresta e a política florestal como uma oportunidade de gerar atividade económica, de rentabilizar os recursos naturais, conjugando-a todos os interesses que se cruzam, ambientais, o turismo, o lazer, mas também ordenar esse espaço de maneira a que haja atividade económica de exploração e produção”, defendeu, dando como exemplo a indústria das madeiras que ajuda a “evitar e prevenir que o flagelo dos incêndios se possa repetir com a dimensão como aconteceu este ano”.
Luís Montenegro vai andar até sábado pelo distrito de Viseu, naquela que é a primeira edição do roteiro Sentir Portugal, que ao longo dos próximos meses o levará a todo o país. Esta sexta-feira assinala a abertura do ano letivo em Cinfães. Depois passa por Resende, Sernancelhe, Castro Daire e Viseu.