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Magnólias do Mercado 2 de Maio vão para o Fontelo até conclusão das obras

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 Vive-se bem em Viseu Dão Lafões, diz mais de 84 por cento da população
30.03.21
fotografia: Jornal do Centro
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 Vive-se bem em Viseu Dão Lafões, diz mais de 84 por cento da população
30.03.21
Fotografia: Jornal do Centro
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 Magnólias do Mercado 2 de Maio vão para o Fontelo até conclusão das obras
A Câmara Municipal de Viseu está a proceder à retirada de 14 árvores do Mercado 2 de Maio, todas magnólias, com o objetivo de evitar que fiquem danificadas durante as obras de requalificação. “Se ali ficassem eram gravemente danificadas”, lança Conceição Azevedo, vice-presidente do município, garantindo que vão permanecer nos viveiros do Fontelo, “ao cuidado do município”, até existirem condições para voltarem ao mercado. O processo de transplantação das árvores já foi iniciado segunda-feira (29 de março). Aliás, sete das 14 magnólias já estão instaladas no Fontelo.
 Magnólias do Mercado 2 de Maio vão para o Fontelo até conclusão das obras
“Foram feitas as covas para lá estarem, fertilizadas, adubadas, portanto, com todos os cuidados” para regressaram ao local de origem depois da conclusão dos trabalhos e quando houver condições para plantar de novo as magnólias no mesmo sítio”, explica a vice-presidente, salientando que “uma obra é sempre algo que provoca alguma agressividade” e, portanto, “foi decisão do município retirar as árvores”. Para a zona do Fontelo, a preparação para a transplantação de todas as magnólias foi feita com “antecedência”. Quem o diz é a engenheira Sandra Pereira, do município de Viseu. “Fizemos um tratamento de um bioestimulante com antecedência, regámos tanto a parte foliar das árvores como a parte radicular. Depois, também tivemos o cuidado de começar a regá-las regularmente, três vezes por dia, para que a árvore ficasse bastante hidratada”, explica. Além disso, as árvores do Mercado 2 de Maio já não tinham a raiz principal e foram plantadas por cima de uma tela, algo que “impediu que as raízes se aprofundassem, foi vantajoso em termos de transplante”, destaca a engenheira. Já depois de ‘realojadas’, “tivemos o cuidado de as virar exatamente com a mesma exposição que tinham no mercado para ajudar e o terreno aqui é muito mais fértil”, algo que as resguarda de possíveis danos até ao seu regresso ao mercado. Na opinião de Hélder Viana, professor de engenharia florestal no Instituto Politécnico de Viseu, “nenhuma árvore gosta de transplante e vão ressentir-se por mais cuidado que se tenha”. Contudo, “se forem bem transplantadas, depois são acondicionadas novamente e há-de começar a segurar-se à terra e a vegetar normalmente”, remata. As obras no Mercado 2 de Maio contam com um investimento superior a 4,3 milhões de euros.
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