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Mau tempo: Prejuízos “muito acima de um milhão de euros” em São Pedro do Sul

De acordo com o autarca, foram registadas mais de 150 ocorrências praticamente em todas as freguesias

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 Mau tempo: Prejuízos “muito acima de um milhão de euros” em São Pedro do Sul

O mau tempo provocou prejuízos “muito acima de um milhão de euros” no município de São Pedro do Sul, no distrito de Viseu, disse hoje à agência Lusa o seu presidente, Pedro Mouro.

De acordo com o autarca, foram registadas “mais de 150 ocorrências praticamente em todas as freguesias, a grande maioria com consequências na área do domínio público”, e outras no domínio privado e em estradas da responsabilidade da Infraestruturas de Portugal.

“Estamos ainda a apurar os valores e estão a surgir novas ocorrências, mas diria que temos prejuízos muito acima de um milhão de euros”, avançou Pedro Mouro, fazendo votos de que o Governo possa vir a ressarcir o seu município, que integra a Comunidade Intermunicipal Viseu Dão Lafões.

O autarca frisou que, além dos prejuízos diretos, houve “muita degradação nas vias de comunicação, nas estradas”.

Os equipamentos municipais não foram afetados, mas algumas instituições estão com prejuízos aos quais não conseguem fazer face financeiramente, como é o caso do Centro Social de Valadares, acrescentou.

A subida das águas do Rio Vouga chegou a gerar alguma apreensão nas Termas de São Pedro do Sul, mas, segundo Pedro Mouro, devido a uma intervenção feita pela autarquia há uns anos para evitar cheias, “os estragos verificados não são nada de especial”.

“O rio não atingiu os nossos balneários, nem entrou nas unidades hoteleiras. É preciso fazer sobretudo limpeza do espaço público”, explicou.

Dezoito pessoas morreram em Portugal na sequência da passagem das depressões Kristin, Leonardo e Marta, que provocaram também muitas centenas de feridos e desalojados.

A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o fecho de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações, inundações e cheias são as principais consequências materiais do temporal.

As regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo foram as mais afetadas.

A situação de calamidade que abrangia os 68 concelhos mais afetados terminou no domingo.

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