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Esta manhã de quarta-feira (14 de julho), mais uma vez, a Marinha Portuguesa e a equipa de mergulho dos Bombeiros Voluntários de Viseu treinaram por entre os obstáculos que repousam no fundo da barragem de Calde, em Viseu. A sessão envolveu cinco elementos dos Voluntários de Viseu e seis da Marinha.
Ao Jornal do Centro, o 2.º comandante dos Bombeiros de Viseu, Paulo Nogueira, disse que “isto é uma amizade e uma parceria que temos com a Marinha há muito tempo, desde o início das nossas jornadas de mergulho, que culminou na elaboração de um protocolo de colaboração para usufruir das condições únicas aqui da nossa barragem” com “vários objetos e vários tipos de visibilidade, desde muita visibilidade a pouca ou nula”.
Ao todo, há dois circuitos para atravessar – o A e o B. “O circuito A com alguns objetos, um autocarro, um avião, uns túneis, com uma especificidade um bocadinho mais baixa, a não ser que seja para fazer a elevação dos objetos. Depois, o percurso B, um percurso mais técnico com umas gruas, umas estruturas metálicas, ao fim ao cabo a sua disposição carece um bocadinho mais de especificidade”, explicou o 2.º comandante.
Também o primeiro-tenente, Jorge Luz, do Destacamento de Mergulhadores Sapadores n.º 2, adiantou que “o que nos traz cá esta semana é o treino de buscas e orientação subaquática, entradas em espaços confinados” e todos os obstáculos da barragem “dão-nos as melhores condições para fazer um treino em segurança de orientação subaquática e treinar buscas de vítimas no interior, por exemplo, dos veículos”.