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Os lares das misericórdias da região de Viseu não têm tido problemas com surtos de Covid-19 nos últimos tempos, garantiu José Tomás, presidente do secretariado regional de Viseu da União das Misericórdias.
A garantia foi dada numa altura em que as santas casas defendem a realização de testes à imunidade aos utentes dos lares de idosos, enquanto o país tem tido 53 surtos ativos de Covid-19 nestas valências com mais de 800 infetados, segundo revelou recentemente a Direção-Geral da Saúde. O mais grave surgiu na Misericórdia de Proença-a-Nova, com 127 casos e uma morte.
Em declarações ao Jornal do Centro, o também provedor da Misericórdia de Mangualde diz que não tem havido problemas com surtos nos lares desde o início do processo de vacinação.
O responsável defende ainda que a gravidade das infeções por Covid-19 nos lares tem diminuído com os efeitos da vacinação.
“A severidade e os efeitos da infeção não são assim tão graves como era antes da vacinação e são até muito ligeiros. As fatalidades são muito poucas. Isso significa que a vacinação tem um efeito positivo muito bom e protege as pessoas”, explica.
José Tomás diz também que subscreve a ideia do presidente da União das Misericórdias, Manuel Lemos, que defende a realização de testes à imunidade e uma terceira dose da vacina contra o novo coronavírus.
O dirigente considera que é mais importante neste momento “pensarmos numa terceira dose da vacina para a população dos lares, à semelhança do que já está previsto acontecer em alguns países da Europa, para garantirmos mais imunidade”.
O último surto conhecido de Covid-19 em lares do distrito foi detetado em julho, quando um surto no lar do Centro Social e Cultural da Paróquia de Mangualde infetou uma dezena de pessoas entre utentes e funcionários.
Segundo revelou uma fonte da task-force da vacinação ao Jornal de Notícias, ainda há cerca de 1.000 utentes e 2.100 funcionários de estruturas residenciais para idosos por vacinar com a primeira dose da vacina contra a Covid-19.