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Morte de Almeida Henriques “é uma perda irreparável” para Viseu e para o país defende Jorge Sobrado

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04.04.21
fotografia: Jornal do Centro
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Fotografia: Jornal do Centro
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 Morte de Almeida Henriques “é uma perda irreparável” para Viseu e para o país defende Jorge Sobrado

“Uma amputação e uma perda irreparável no plano nacional” e “ainda mais irreparável para Viseu” é assim que Jorge Sobrado vereador na Câmara viseense e antigo adjunto de Almeida Henriques reage à morte do autarca, que foi vítima da Covid-19.

Em declarações ao Jornal do Centro o vereador, agora sem pelouros no município, fala numa perda “muito dolorosa” a título pessoal dada a relação de amizade e profissional que manteve com Almeida Henriques, acrescentando que esta “é uma amputação difícil de preencher”.

É também, já no campo público e político, “uma amputação e uma perda irreparável para a cidade de Viseu e para Portugal.

“Para o país porque o presidente Almeida Henriques era um dos intérpretes do novo tempo no municipalismo. Era um dos grandes intérpretes da nova geração de políticas locais, era também um intérprete de questões nacionais ligadas a grandes temas como a descentralização, a regionalização, o mundo económico e as smart cities, descreve Jorge Sobrado.

Nas palavras do vereador da autarquia se o desaparecimento de Almeida Henriques é uma perda irreparável para o país, é o ainda mais para Viseu “porque ele é claramente o protagonista de uma viragem da cidade e do concelho”, tendo aberto “um novo horizonte de desenvolvimento mais humano, social, económico, cultural, cosmopolita, aberto e tolerante”.

“E esse legado que era simultaneamente uma sementeira e um campo onde já germinavam frutos, esse legado tem o seu rosto e o seu desaparecimento, precoce e injusto, constitui uma perda irreparável. Ele é absolutamente insubstituível”, defende.

Jorge Sobrado renunciou aos pelouros da Cultura, Património, Turismo e Marketing Territorial na Câmara de Viseu em janeiro, tendo deixado as funções de vereador a tempo inteiro no dia 15 de fevereiro.

Quanto a um regresso ao executivo municipal, com funções governativas, depois do que aconteceu, diz que essa é uma “questão que não se coloca” e que não é “oportuna neste momento”.

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