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Morte de Almeida Henriques representa “um dia triste” diz Fernando Ruas

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 Vive-se bem em Viseu Dão Lafões, diz mais de 84 por cento da população
04.04.21
fotografia: Jornal do Centro
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 Vive-se bem em Viseu Dão Lafões, diz mais de 84 por cento da população
04.04.21
Fotografia: Jornal do Centro
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 Morte de Almeida Henriques representa “um dia triste” diz Fernando Ruas

O antigo presidente da Câmara de Viseu e atual deputado no parlamento Fernando Ruas considera que o concelho viseense está de luto pela morte do presidente do município, Almeida Henriques, que morreu este domingo vítima da Covid-19.

“É um dia triste a morte de um cidadão tão novo e ainda por cima com as responsabilidades que tinha. Era o principal responsável da cidade e do concelho, naturalmente que nos deixa a todos tristes ainda por cima com a coincidência que ser no dia que devia ser mais de ressurreição do que de falecimento”, afirma.

Fernando Ruas salienta que “a saída de um autarca nestas condições é sempre uma perda” tanto mais que a nível nacional “não há muitos casos de autarcas que tenham morrido em exercício de funções”.

“Naturalmente no meio de projetos que se tinham em mente, de perspetivas que se tinham no concelho, eu acho que é sempre negativo e uma perda substantiva”, afirma o também antigo presidente da Associação Nacional de Municípios.

Na opinião do deputado do PSD as instituições, tal como as cidades “ressentem-se da perda de gente influente, com responsabilidade, mas têm que continuar” a trabalhar.

“As pessoas é que partem, as instituições, as cidades, permanecem e sobretudo quem conhece os viseenses e o seu carácter sabe que vão continuar a tratar da sua comunidade independentemente de quem os lidera na altura”, diz.

Almeida Henriques morreu antes de terminar o segundo mandato à frente da Câmara de Viseu. Ia ser o candidato do PSD ao município nas autárquicas deste ano.

Fernando Ruas, que sempre mostrou vontade de regressar à Câmara, diz que a morte de Almeida Henriques “não quer dizer” que vá ser mais uma vez a aposta do partido ao município.

“Não havia um momento pior para tratar disso do que este. Nunca abordaria essa situação nestas condições. Para mim, isso neste momento não é para discutir e espero que no futuro também não seja comigo, porque já dei o meu contributo durante longos anos. Não é o momento [de falar disso] é mais de nos lembrarmos do homem que partiu e não pensar em quem o vai substituir”, remata.

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