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O Museu Terras de Besteiros (MTB), em Tondela, ultrapassou, pela primeira vez, a barreira dos nove mil visitantes em 2025.
De acordo com dados divulgados pelo Município de Tondela, “nos últimos sete anos, o espaço museológico tem registado um crescimento contínuo e significativo no número de entradas”. No último ano, a instituição recebeu “um total de 9.205 visitantes, mais 1.867 que em 2024”.
As estatísticas indicam que “o museu recebe diariamente cerca de 25 pessoas”, sendo que “maio foi o mês com mais entradas e fevereiro o que registou menos”. A faixa etária predominante situa-se “entre os 36 e os 55 anos” e “a maioria das pessoas que passaram pelo MTB tinha nacionalidade portuguesa”.
No que diz respeito aos visitantes estrangeiros, o museu registou “a entrada de 1.037 estrangeiros, de 27 nações diferentes, sendo que Espanha foi o país mais representativo”.
Além das visitas livres e guiadas, o comunicado refere que “muitas outras pessoas deslocaram-se ao MTB para carimbar o passaporte da Estrada Nacional 2, adquirir bilhetes para a Feira Industrial e Comercial do Concelho de Tondela (FICTON) e para receber os vouchers de Natal e/ou entregar os cupões da campanha ‘Todos às compras no concelho de Tondela’”.
Durante o último ano, o espaço museológico recebeu “seis exposições temporárias, três delas dedicadas aos ofícios tradicionais artesanais ainda vivos no concelho de Tondela (Barro Negro, Cestaria e Flores de Madeira de Nandufe e Linho de Castelões)”.
Estiveram também patentes as mostras “Argila que nos une. Bienal em movimento”, “Imagens do Caminho de Santiago” e “Memórias de Metal. Esculturas que Contam Histórias”, sendo que “esta última exposição poderá ser visitada até ao dia 31 de janeiro”.
O Museu Terras de Besteiros abriu portas em 2010, no Solar de Santa Ana, em Tondela. De acordo com o comunicado, o espaço “assume-se como um ponto de visita obrigatória para todos aqueles que queiram descobrir um pouco mais sobre o passado, o presente e o futuro do território concelhio e dos seus habitantes”.
O museu conta com “19 salas distintas” e, “com a ajuda de muitos objetos antigos, o espaço ajuda a desvendar alguns dos segredos mais interessantes da história e da etnografia das Terras de Besteiros”.